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São Josemaria
Tudo começou com uma oração

Ir para o trabalho de carro

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No passado dia 26 de Dezembro, tinha de me deslocar por motivos profissionais a uma localidade a 50 km da minha casa a fim de prestar declarações em julgado, na qualidade de perito judicial. Devo acrescentar que, se não fosse, o julgamento ficaria suspenso, prejudicando, assim, muitas pessoas. Ao querer pôr o carro em andamento, dou-me conta de uma avaria na direcção; mesmo assim consigo ir devagar até à igreja onde costumo ir à Missa. Ao terminar peço a São Josemaria, textualmente “que possa ir trabalhar no meu veículo, e voltar são e salvo, mas que não se faça a minha vontade, mas a de Deus”. Plenamente convencido de que “já se tinha cumprido”, ligo o motor, mas a avaria não tinha desaparecido, e assim, muito devagar, e com infinita precaução, sem perder a esperança, dirijo-me ao concessionário da marca onde, apesar de não ter marcação, me solucionaram a avaria em tempo recorde, e por um preço irrisório, tudo acompanhado de uma grande amabilidade da parte dos empregados da oficina. Só falta dizer que cheguei a tempo ao julgamento, e voltei são e salvo. Por este motivo, quero agradecer a graça recebida.
Alonso Sánchez Hermosilla, Espanha
27 de Dezembro de 2007

Rezámos com muita fé
O meu sogro teve um cancro no cólon contra o qual lutámos durante dois anos. Acabou por se nos ir para o Deus Nosso Senhor no passado dia 2 de Outubro. O que nos deixa serenos é que fizemos tudo o que humanamente podíamos, e desde o princípio rezámos a São Josemaria com muita fé e com muito amor. Deus quis que não sofresse mais precisamente no dia em que São Josemaria fundou o Opus Dei. Realmente foi um sinal para a nossa família que as orações chegassem aos ouvidos de Nosso Senhor por intercessão de São Josemaria. As estampas com a oração chegaram até nós por intermédio do meu irmão que participa activamente no Opus Dei. Muito obrigado.
Roberto R., Argentina
14 de Dezembro de 2007

Desde o dia 13 de Dezembro tenho um emprego estável
Escrevo para dar conhecimento de um novo favor de São Josemaria Escrivá, fundador do Opus Dei. Sou professora do primeiro ciclo, mas devido a ter sido mãe, não conseguia trabalho estável porque ao meu marido e a mim pareceu-nos melhor que eu ficasse em casa para tomar conta do bebé. Ter tido oportunidade de tratar eu própria da minha primeira filha foi algo de maravilhoso, mas com o tempo, por aumentarem os nossos gastos e vermos reduzir-se (por motivos vários) o dinheiro que o meu marido ganhava, ficámos numa situação francamente difícil. Deitei mão de vários trabalhos temporários, no género de substituições, que não chegavam para resolver a nossa situação. O meu marido e eu estávamos a ficar francamente preocupados. Por fim, quando a situação já parecia desesperada, animada pela minha confiança em São Josemaria, que já me tinha tirado de vários apuros, comecei uma novena. Um dia depois de a ter terminado, a 13 de Dezembro de 2007, telefonou-me uma grande amiga dos tempos da Universidade, a propor-me um emprego estável. Assinei o contrato e começo a dar aulas em Janeiro, depois da quadra de Natal. Foi sem dúvida São Josemaria quem me proporcionou este novo emprego, e ficar-lhe-ei sempre grata.
L.M.M., Espanha
20 de Dezembro de 2007

Uma vaga no meu antigo colégio
Gostaria de dar conhecimento de um novo favor que São Josemaria Escrivá, fundador do Opus Dei, me concedeu nestes últimos dias. E digo “novo favor” porque não é o primeiro que me concede. Acontece que a minha filha de dois anos, por decisão do meu marido, foi para um colégio que tinha muito pouco a ver com o meu antigo Colégio. Para mim era um sonho que a minha filha estudasse no meu ‘velho’ colégio, não só porque o conheço, mas também pela formação que ali se recebe, pois conta com a ajuda da Prelatura do Opus Dei para dar formação às alunas. Como via ser impossível fazer com que o meu marido mudasse de ideias, pois estava muito seguro de ter escolhido o colégio certo, decidi começar uma novena a São Josemaria pedindo-lhe que, se fosse bom para a minha filha entrar para o meu antigo colégio, fizesse alguma coisa para que o meu marido mudasse de opinião e a menina começasse o ano que vem nesse colégio. Telefonei também para o colégio e marquei uma entrevista para o mês de Dezembro. Terminei a novena no dia 7 de Novembro de 2007.
No dia seguinte, no colégio que a minha filha frequentava deu-se um contratempo: a minha filha de dois anos perdeu-se, e foi encontrada pela minha mãe de maneira inesperada na entrada do colégio, a um passo da estrada.
Passado o susto inicial, pedi ao meu marido que visse a possibilidade de transferir a nossa filha para o meu antigo colégio. De facto o meu marido não pôs nenhuma objecção à minha ideia, mas argumentou que, estando nós a meados de Novembro, seria impossível haver vagas, o que apresentava um sério problema por não termos com quem deixar a criança durante o tempo em que estamos a trabalhar. Disse-lhe que tinha conseguido uma entrevista em Dezembro com a directora, mas ele disse-me que a entrevista tinha de ser agora mesmo, se não iria procurar outros colégios onde pudessem admiti-la porque não queria deixá-la sem escolarização. Continuei a rezar muito, pedindo ao meu marido que também o fizesse. Consegui, através de uma minha antiga professora (e amiga) que a directora nos concedesse uma entrevista rapidamente, a 12 de Novembro de 2007, quatro dias antes de terminar a novena. E para nossa satisfação, disse-nos que tinha uma vaga disponível. Saímos dali sabendo que, na segunda-feira próxima, e para minha imensa alegria, a nossa filha seria aluna do meu antigo colégio.
Lorena M., Espanha
17 de Novembro de 2007

No dia 10 de Dezembro
Conforme o que prometi a São Josemaria, escrevo o que ele me concedeu: estava, como muita gente no meu país, numa situação económica grave. Devia dinheiro por ter gasto mais do que podia com a doença do meu pai (devo também dizer que pedi por ele a S. Josemaria, e hoje está a recuperar bem). Possuía algumas colmeias e procurei vendê-las para equilibrar de certo modo a falta de dinheiro. Mas ninguém as queria comprar; rezei muito, pedi-lhe, implorei-lhe até que me escutou. Recebi o favor num dia concreto: o dia 10 de Dezembro deste ano. Hoje, com mais serenidade, conto o que me sucedeu, que talvez não seja de grande monta, mas que para mim é bastante. Por essa razão agradeço a São Josemaria, fundador do Opus Dei, o favor recebido e quero dizer-lhes que me sinto muito, muito bem, sabendo que não só me escuta mas também, na medida do possível, me soluciona os problemas. Obrigado!
Ruben Neves Acuña, Uruguai
14 de Dezembro de 2007

Mesmo sobre a hora
Trabalho numa empresa e tenho a meu cargo o sector financeiro. Encarregaram-me de um projecto de muita importância para a empresa, o qual devia estar concluído em determinada data. Trabalhámos arduamente para o concluir na data prevista, mas à medida que os dias iam passando dava-me conta que era quase impossível cumprir o prazo. Por essa razão recomendei-me a São Josemaria, fundador do Opus Dei, para o podermos conseguir; e desde quer comecei a novena sentia que as coisas se iam resolvendo de modo a poder cumprir. Terminou-se o projecto mesmo sobre a hora. Agradeço a Nossa Senhora e a São Josemaria o favor concedido.
Maria del Cármen Veja Gonzalez, Peru
14 de Dezembro de 2007

Agora tenho um trabalho de que gosto
Fiz a novena do trabalho do vosso site e agora tenho um trabalho de que gosto, que é um serviço à comunidade, e com ele ajudo o meu marido a sustentar a família numerosa que Deus nos deu. Obrigada, São Josemaria e D. Álvaro, a quem me recomendei também para a acertar.
Rocio M., Espanha
10 de Dezembro de 2007

Amor a Cristo e paixão pela minha profissão
Há um tempo comecei a informar-me sobre o Opus Dei, principalmente depois daquele livro tão controverso. Foi por essa altura que li pela primeira vez os escritos deste santo, de quem nunca tinha ouvido falar. E fiquei encantado! Tinha finalmente encontrado uma forma de conciliar o amor a Cristo e a paixão pela minha profissão e pela formação profissional. São Josemaria fez-me compreender de uma maneira nova a minha participação na Igreja. Pedi durante algumas semanas a sua intercessão no meu emprego, e propuseram-me a possibilidade de dar as aulas à nova promoção de futuros técnicos. São Josemaria continua a vir em nossa ajuda sem se cansar.
J.F., EUA
7 de Dezembro de 2007

Em Novembro comecei a trabalhar e em Dezembro casei-me
No Outono de 2002 deram-me uma estampa de S. Josemaria numa igreja de Valladolid. Eu andava à procura de trabalho e nos preparativos para me casar. Tinha terminado o curso, e os meus pais não viam com bons olhos que me casasse antes de ter um trabalho. Mas o que é hoje meu marido desejava que nos casássemos quanto antes. Eu andava angustiada ao intentar o impossível: agradar a todos. Recorri então a S. Josemaria na procura de um trabalho. Em Novembro de 2002 comecei a trabalhar na administração. E em Dezembro casei-me. Considero que S. Josemaria intercedeu por mim nessa delicada situação. E agradeço-lhe publicamente.
Amparo, Espanha
20 de Novembro de 2007

Situação económica difícil
Estava a passar por uma situação económica difícil, não dormia bem, andava tenso todo o dia, discutia constantemente com a minha mulher por coisas sem importância. Pedi ajuda na empresa onde trabalho e recomendei-me neste assunto a S. Josemaria com muita fé. O pedido que tinha formulado foi aceite. “Obrigado, Padre”.
Marcos G., Chile
19 de Novembro de 2007

Várias horas de silêncio e de repouso
O nosso primeiro bebé nasceu há uma semana. Estamos felizes, mas os primeiros tempos são um pouco duros, o bebé chora toda a noite… Contudo, a oração a S. Josemaria, feita com confiança, conseguiu que desfrutássemos de várias horas muito apreciadas de silêncio e de repouso. Obrigada, São Josemaria!
Marie-Claire, China
17 de Novembro de 2007

O meu irmão
Olá, quero dar testemunho do que aconteceu com o meu irmão mais velho. Sempre foi tímido, reservado e dedicado à família, até que conheceu uma rapariga que não tinha qualquer sentido de família nem de dignidade. Ele ficou completamente mudado, estava pouco em casa, era agressivo para todos, mal-educado, parecia outra pessoa. Os meus pais e eu falávamos com ele, mas não nos ouvia.
Tinha curiosidade sobre o Opus Dei, depois numas férias conheci algumas famílias em que havia pessoas do Opus Dei; e o meu interesse aumentou; procurei mais até que encontrei “o meu anjo protector”, S. Josemaria. Rezei a sua oração para salvar o meu irmão e lhe dar orientação na vida.
Desde essa data, que já foi há um ano atrás, o meu irmão voltou a ser o que sempre foi: meigo, amigo, divertido; foi São Josemaria que intercedeu a Deus pelo meu irmão e estou-lhe muito grata por isso. Obrigada, São Josemaria.
Cristina G. Portugal
7 de Novembro de 2007

Estava sem trabalho
Estava sem trabalho e desesperado porque tenho os meus filhos a estudar na universidade. Foi então que encontrei um artigo de jornal sobre o nosso São Josemaria Escrivá de Balaguer. Foi algo que me é difícil descrever: com o jornal na mão senti uma sensação de paz e de tranquilidade. E, embora não soubesse muito sobre S. Josemaria Escrivá, confiei-me completamente a ele, rezei e, passado pouco tempo, propuseram-me um trabalho para mim e para a minha mulher. Agora tenho um trabalho estável graças ao milagre do nosso São Josemaria Escrivá. Conto este milagre às pessoas minhas amigas e elas pedem-me mais informações: peço-te que continues a abençoar a minha família e as pessoas minhas amigas. Tenho muitas coisas para lhes contar.
John Herman C., Peru
7 de Novembro de 2007

Teria de escrever um livro se tivesse de enumerar tantos favores…
Desde sempre recebi favores por intercessão de S. Josemaria. Teria de escrever um livro se tivesse de enumerar tantos favores. Entre os muitos que me vêm à cabeça estão estes: um médico disse-me que não deveria engravidar porque, devido a um problema que tenho no útero, isso seria muito arriscado. Graças a Deus e à intercessão de S. Josemaria não foi assim e o meu filho tem agora cinco anos.
Outro favor muito grande foi o seguinte: quando o meu filho fez um ano adoeceu gravemente, temperatura alta noite e dia, e os médicos diziam-me “sem diagnóstico”, “sem diagnóstico”…, exames, várias análises, mais exames, até que, graças à sua intercessão, uma médica me disse “tem apenas uma infecção na garganta”, mas resistente a vários antibióticos, e curou-se!
Prolongaram uma bolsa ao meu marido que queriam que ele reembolsasse, pois, por motivo de problemas familiares, tinha tido de abandonar o doutoramento. Ele não queria acreditar, mas foi verdade, graças à intercessão de S. Josemaria. Obrigada.
Num destes dias deixei o candeeiro de mesa aceso porque tinha um exame no mestrado muito difícil e esqueci-me de o apagar; regressei muito tarde por ter ficado na biblioteca a estudar. Qual não foi a minha surpresa: tinha ficado queimada a secretária e várias coisas, mas a estampa de S. Josemaria e uma de Nossa Senhora só tinham as margens queimadas; as chamas não alastraram quando havia um frasco de álcool por perto; o plástico dilatou-se formando bolhas, mas só por milagre não alastrou a toda a casa onde vivia! Actualmente debato-me com três graves problemas: esperamos com fé na ajuda de S. Josemaria.
Lucero G., México
31 de Outubro de 2007

Estacionar sem atrapalhar o trânsito nem riscar o carro
O nosso Padre é bom condutor. Dirijo há alguns anos, mas tenho uma dificuldade em particular no momento de estacionar quando se torna necessário usar muito a marcha a ré, que é exatamente o caso da garagem da minha casa que é bem pequena. Normalmente quem estaciona é meu marido, mas às vezes tenho que ir para casa sozinha. No caminho de casa começo a rezar a oração da estampa para que, além de conseguir estacionar na garagem, eu não atrapalhe o trânsito da rua e não faça nenhum arranhão no carro. E S. Josemaria sempre me ajuda; às vezes fico surpresa da forma como estaciono. Obrigada Padre.
Lilian A., Brasil
30 de Outubro de 2007

Ajuda-me a ser forte
Quando recorri à intercessão de Mons. Escrivá pela primeira vez, Deus ajudou-me muito a alcançar a paz que pedia num momento difícil. Depois, quando voltei a pedir-lhe ajuda, encontrei sempre o milagre que procurava. Estou em crer que o de mais valor foi que a sua inspiração me fortaleceu nos meus princípios e em não temer afirmar que a minha fé é mais forte que uma qualquer afronta. Ser católico compromete-nos no caminho da santidade.
R.E., Peru
24 de Outubro de 2007

O meu companheiro e agora amigo Josemaria
No ano de 2003 conheci S. Josemaria quando estive internado no Hospital Austral, em Pilar, Argentina. A doença que tinha em princípio parecia benigna mas os médicos eram cautelosos e da minha parte havia muito medo. Tudo se resolveu em bem e hoje não passa de um sonho mau; desde essa altura Josemaria acompanha-me, presente no meu quarto, invoco-o e peço-lhe favores.
Há 15 dias a minha mãe foi operada, e o médico ao sair da sala de operações comunicou-nos que lhe tinham extirpado um grande tumor e que se tratava de cancro no ovário com prognóstico reservado. A partir desse momento começou um calvário na nossa família. Hoje, 10 de Outubro de 2007, de manhã, comecei a falar da minha mãe com Josemaria; também encontrei a gravação da homilia na Universidade de Navarra e estive a ouvi-la meditando-a. Na realidade recomendei-me a Deus por intermédio do meu companheiro Josemaria.
Por volta do meio-dia cruzei-me com a médica de patologia que estava encarregada de fazer a biopsia. Nós sabíamos pelos médicos e por ela própria que o caso era grave. Nesse momento ela chama-me e diz-me que o tumor afinal era benigno. Mas como pode ser se os médicos que operaram a minha mãe o viram e disseram que era mau? Ela própria, quando recebeu o tumor que tinha sido retirado também manifestou a sua preocupação. Isto que não tem explicação, para mim e só para mim, sim que a tem: Quem senão ele – o meu companheiro e agora amigo Josemaria – teria podido interceder pela minha mãe? Como agradecer tudo isto?
Ronald Lombardi, Argentina
10 de Outubro de 2007

Graças à sua intercessão
Escrevo-lhes com o fim de se unirem à minha alegria e agradecimento a S. Josemaria. Visitei este site e imprimi a oração para pedir ajuda a S. Josemaria numa prova de concurso a que o meu marido tinha de se submeter; e graças à sua intercessão passou com êxito nessa prova. Já antes tinha tido notícias da ajuda que o fundador do Opus Dei presta quando se recorre a ele com fé e confiança em Deus: a minha irmã teve problemas na sua gravidez e, depois de se recomendar ao santo, foi á consulta médica e tudo estava milagrosamente bem. Muito obrigada. Pela minha parte divulgarei a minha experiência.
P.G.D., Espanha
3 de Outubro de 2007

Não um emprego… mas dois
Há um mês S. Josemaria concedeu-me um milagre e há uma semana outro. Vou contar. Uma minha boa amiga do Peru encontrava-se numa situação familiar difícil: o pai muito doente, a mãe na mesma, e ela e os irmãos sem trabalho para poder sustentar a casa e para aliviar um pouco a doença do pai. Os serviços sociais não se encarregavam do assunto. Pus o assunto nas mãos de S. Josemaria rezando uma novena para que ela ou algum dos familiares conseguisse emprego. Passou quase um mês ou talvez menos depois de ter rezado pela minha amiga e, há uma semana, ela enviou-me um e-mail dizendo que não tinha conseguido um emprego (da sua profissão, o que não é fácil), mas sim dois. O segundo é o de dar aulas numa Universidade; e que lhe tinham oferecido uma cadeira de rodas para o pai. A minha alma encheu-se de alegria por ela e pela sua família, e não deixo de agradecer a S. Josemaria porque a sua intercessão nunca falha junto de Deus
Mariela, Espanha
27 de Setembro de 2007

Não foi preciso operar
Agradeço a S. Josemaria Escrivá de Balaguer um milagre recebido. Estava prestes a ser operada à vesícula biliar pois encontrava-se cheia de cálculos. Pedi-lhe com muita fé a S. Josemaria e ele curou-me. Não foi necessário ser operada e sinto-me muito bem. Agradeço a Deus e a S. Josemaria.
M.A.G., México
20 de Setembro de 2007

Deus é maravilhoso
Um meu amigo falou-me do Opus Dei, e deu-me uma estampa de S. Josemaria. A princípio não lhe rezei, mas depois comecei a rezar-lhe. Nas recolecções e num retiro organizados num centro do Opus Dei, aprendi o que significava ‘oferecer o trabalho a Deus’, e comecei a oferecer a Deus o meu trabalho. Há um ano e meio que estava à espera que me aumentassem o ordenado, e nada. Cheguei até a falar aos chefes sobre o assunto, pois o aumento constava do meu contrato. Não me deram resposta e pensei que tudo tinha sido inútil. Um dia, inesperadamente, o chefe perguntou-me que queria que fizessem por mim. Disse-lhe que não queria nada, mas ele insistiu em mais três ocasiões. Voltei a dizer que nada queria, pois já tinha pedido o que desejava; não tive resposta e por isso deixei de pedir. Por essa altura, o meu chefe foi a uma reunião com o gerente da empresa e, quando voltou ao escritório, entregou-me uma carta em que me diziam que o meu ordenado passava para o dobro. Na realidade isto foi um milagre de Deus por intercessão de S. Josemaria que sabia a necessidade que eu tinha deste aumento de ordenado, embora não lho tivesse em concreto. Deus é maravilhoso, e o seu amor é eterno.
H.B., Uganda
6 de Setembro de 2007

Um rosto conhecido em Xian
Ontem fui com uma amiga alemã e outra chinesa, e com um grupo de professores chineses de várias universidades de Xian, em peregrinação a um lugar a cerca de 60 quilómetros daqui. Um lugar lindo onde há um pouco de tudo, até pandas à solta.
Para lá chegar passámos por várias povoações onde toda a população é católica, ou pelo menos 95% são fiéis católicos. Vimos igrejas de grandes dimensões e disseram-nos que sempre vai muita gente à missa.
Contudo, a região é muito controlada pelas autoridades. Peço-lhes que rezem por um bispo jovem que prenderam recentemente.
Para chegar à igreja onde queríamos ir, tivemos de subir uma encosta escarpada, em que havia uma Via-Sacra, e pelo caminho foram-se juntando a nós pessoas das redondezas que rezavam com muita devoção.
Ao chegarmos ao cimo, um sacerdote chinês celebrou a santa Missa. E – aqui está o motivo por que lhes escrevo – quando a rapariga chinesa que me acompanhava me emprestou o seu missal em inglês, entre as páginas deparei, admirada, com um rosto conhecido.
O Padre – S. Josemaria Escrivá – sorria para mim naquela estampa. Esta rapariga chinesa só conhecia a estampa que lhe tinha dado alguém que passara pela cidade de Wuhan. Falei-lhe dele. Ela, recém convertida à religião católica, desejava encontrar um caminho onde pudesse crescer na fé e no amor de Deus. Quem sabe se por intermédio de S. Josemaria poderá encontrar esse caminho.
China


Crédito concedido
Quero agradecer a S. Josemaria, porque há mais de um ano que não nos concediam crédito para comprar a casa que tínhamos alugado. Uma amiga da família disse-nos para rezarmos uma novena e, poucos dias depois de a termos começado, telefonaram do banco a dizer que tinham concedido o crédito. Todas as noites lhe rezo com a minha mulher e trago a sua estampa na carteira. Agora, estou a pedir-lhe que me ajude a sair de uma fase difícil da minha vida, a santificar o meu trabalho profissional e a ter paz e união no meu casamento. Muito obrigado, S. Josemaria pelos favores recebidos.
Carlos D., Argentina
5 de Setembro de 2007

Recuperou o subsídio de desemprego
Recorri à intercessão de São Josemaria para não perder o meu subsídio de desemprego por ter de fazer uma viagem ao estrangeiro durante um mês. Contudo, à volta dei-me conta que o mesmo me tinha sido retirado. Estava triste e angustiada. Rezei a São Josemaria porque ele conhece bem as circunstâncias da viagem. Entretanto telefonou-me um simpático funcionário desse serviço, que eu não conhecia, para dizer que me ia ajudar. Quando regressei procurei-o e, efectivamente assim o fez. Foi o meu anjo da guarda. Eu estava certa de que haveria uma intervenção divina, e o meu problema resolveu-se. Por isso agradeço a São Josemaria por ter intercedido por mim. Bendito seja.
Mariela, Espanha
26 de Agosto de 2007

Fora de perigo
Durante a última temporada de tee-ball, a minha filha de 6 anos sofreu uma pancada na cabeça com um taco de baseball. Levámo-la ao serviço de urgência. Quando analisaram os resultados dos raios X à cabeça descobriram uma mancha no cérebro. Disseram-nos que iriam proceder a outro exame para identificar melhor a mancha. Entretanto, a minha mulher pediu a marcação de uma consulta no Hospital pediátrico de Houston, Texas. Durante este tempo, a minha família rezava por intercessão de São Josemaria para que não fosse nada de grave. Os resultados confirmaram que o quisto não constituía perigo para a vida da minha filha. Toda a família está muito agradecida a São Josemaria pela sua protecção.
Ken Taffi, Estados Unidos
23 de Agosto de 2007

Uma pessoa nova
Durante os últimos três anos, o meu irmão mais novo de pessoa educada que era passou a ser um hippie. Perdeu a vontade de viver e tentou matar-se várias vezes. Rezei fervorosamente ao Senhor e pedi a São Josemaria, fundador do Opus Dei, que intercedesse por ele. Finalmente, depois de vários meses, deu uma reviravolta à sua vida e converteu-se numa outra pessoa. Olho para ele e vejo-o forte. Obrigada, São Josemaria, por o ter ajudado a recuperar-se. Finalmente, o meu irmão está em paz com ele próprio e com o mundo, e voltou a Deus. Obrigado.
G.F., Canadá
22 de Agosto de 2007

Dois em um
Deslocámo-nos à Europa para pedir pela doença da minha mulher. Fomos à Igreja de Santa Maria da Paz onde repousam os restos mortais do Fundador do Opus Dei, e aí deram-nos uma estampa de São Josemaria. No dia seguinte fomos para Madrid, e às 11h 30 da noite estávamos no Metro com quatro malas. Fomos surpreendidos por uns assaltantes que, sem que a minha mulher se desse conta, durante vários segundos, meteram a mão na sua carteira; tinha dinheiro e uns brincos de ouro. Quando abriu a carteira a primeira coisa que viu foi a estampa de São Josemaria amachucada, e não tinham roubado nada. Obrigado por isso e por a ter curado.
R.Z.,Perú
22 de Agosto de 2007

Uma estampa perdida no comboio
Saí da minha cidade para me apresentar a um concurso para mim impossível: 11 000 candidatos dos quais só 3.500 passariam à fase seguinte. Nenhum dos concursos anteriores a que me tinha apresentado me tinha corrido bem. Na manhã da partida olhei para a minha mãe e disse-lhe: “Mãe, diz-me se estou a perder o tempo. Se me dizes que não vá, não vou; estou desanimada, e assim não passo por mais desaires”. A minha mãe conhecia o interesse que tenho por entrar na polícia, e animou-me a apresentar-me. No autocarro encontrei uma estampa de um santo para mim desconhecido. Comecei a ler as palavras da oração e dei-me conta de que este homem tinha dedicado a vida àquilo em que acreditava. Vi-me reflectida nele. Li até ao final a oração onde se diz que se peça um favor por intercessão do santo. Eu só disse: gostaria de ser feliz. Vê o que fazes. Depois rezei um Pai-nosso, Ave-Maria e Glória. Enquanto escrevo emociono-me ainda prescindindo do que se vai passar no concurso. Sinto-me feliz por ter conhecido São Josemaria. De qualquer modo, informá-los-ei do resultado.
Valeria Buccolieri, Itália
17 de Agosto de 2007

Obrigado
Por este meio quero agradecer a São Josemaria, fundador do Opus Dei, porque os seus escritos têm fomentado em mim uma profunda vida interior e o desejo de dar a conhecer entre as pessoas que me rodeiam a chamada à santidade no meio do mundo. Quero também manifestar o meu agradecimento a D. Emílio Bonell, recentemente falecido e a quem tive o gosto de conhecer, porque seguindo os ensinamentos de São Josemaria foi fomentando também em mim a vida interior e afiançando o chamamento à santidade.
A.G., Argentina
16 de Agosto de 2007

Através da Internet
“Essa chaga dói. – Está, porém, em vias de cura; sê consequente com os teus propósitos. E em breve a dor será uma alegre paz”. (Caminho, 256). Estas foram as primeiras palavras de São Josemaria que conheci através da Internet há cinco anos. Tinha feito uma pesquisa para saber mais sobre o Opus Dei porque tinha visto um testemunho na televisão de uma mulher no seu papel de esposa e mãe; que trabalhava também fora de casa. Falava do modo como o Opus Dei a tinha ajudado a conseguir estabilidade interior. Isto contrastava um pouco com a informação que até esse momento eu tinha sobre a Obra. Mas, o que eu queria era a receita para conseguir essa estabilidade. Na altura tinha 23 anos, já era casada e tinha um filho, Ângelo, de 5 anos. Frequentava o último ano de Pedagogia, e sentia-me frustrada por não conseguir ainda o equilíbrio em todos os âmbitos da minha vida.
Quando encontrei a página web da Obra vasculhei por uns momentos: Depois, durante um par de meses visitei-a várias vezes e inclusivamente fiz-me assinante para receber o serviço de notícias. Um tempo depois animei-me a contactar e manifestar o meu interesse. Recebi uma resposta rápida e atenta na qual se transcreviam umas palavras de São Josemaria que foram palavras-chave para mim, nesses dias. Não estava à espera de nada disto.
Mantive comunicação com uma pessoa do Opus Dei por este meio durante um tempo, e isso ajudou-me. Tomei consciência do meu papel de esposa e de mãe. O meu marido e eu decidimos ter outro filho, a Gianna, o nosso segundo bebé. Mais adiante, já com o meu terceiro filho, Paolo, as obrigações levaram-me a espaçar os contactos.
Há aproximadamente um ano que recuperei o contacto e pedi “formação”; foi isso exactamente o que digitei: “por favor, desejo receber formação”. Desta vez a resposta foi receber um convite para ir a um Centro do Opus Dei.
Foi assim que cheguei a Ausangate, um Centro do Opus Dei em Lima, e comecei a participar nos meios de formação cristã: ajudaram-me no bom sentido. E assim descobri que o caminho da santidade não me é alheio. Não é fácil, mas também não é impossível. Tento pôr em prática a ordem, a disciplina, a constância, a colaboração, a esperança, entre outras coisas… e isto não só o aplico na minha relação com Deus, mas também na vida corrente.
Agora sou Cooperadora do Opus Dei. Estou à espera do meu quarto filho, acompanho melhor o meu marido e estou com muita vontade e projectos para retomar os estudos que tanto tinha descuidado. Assim, São Josemaria, outra vez, tinha razão: “… sê consequente com os teus propósitos. E em breve a dor será uma alegre paz.”
Mary Liz Castello de Gamboa, Peru
14 de Agosto de 2007

Problemas informáticos
Hoje, de manhã, graças a S. Josemaria, consegui imprimir até ao fim um documento importante, depois de várias tentativas com impressoras diferentes. Quando ia a rezar a estampa pela segunda vez, o documento saiu da impressora sem problemas. Obrigado.
C.E.C., Espanha
1 de Agosto de 2007

Encontrámos a nossa casa
Meses atrás o meu marido e eu vendemos a nossa casa para irmos viver para a cidade. Dispúnhamos de pouco tempo para encontrar uma nova. Os meses passaram e tivemos de deixar a nossa e arrendar outra, pois não encontrávamos nada que nos satisfizesse. Então uma das minhas cunhadas ofereceu-me uma estampa de S. Josemaria e sugeriu-me que fizesse uma novena; ela rezaria também. Uma semana depois, e precisamente quando o prazo estava a terminar, encontrámos a nossa casa. S. Josemaria tornou-se um amigo para mimem quem me posso apoiar em todos os momentos da minha vida. Estou convencida que ele está comigo.
M.J., Espanha
28 de Julho de 2007

Tenho fé que me hei-de curar
S. Josemaria, quero agradecer-te a coragem que me dás para superar este mal que me aflige. Tenho fé que me hei-de curar por tua intercessão. E para mais, já me ajudaste em outras ocasiões. Obrigada.
Miluska, Peru
25 de Julho de 2007

Um sítio para estacionar
Quero agradecer um favor ao Fundador do Opus Dei. Esta tarde tinha de tratar de um assunto importante e para isso precisava de ir de carro. Na zona aonde tinha de ir é sempre muito difícil estacionar e mais ainda a essa hora. Por este motivo, rezei a oração da estampa e disse a S: Josemaria que, se me deparasse um sítio, escreveria o favor. Muito obrigado, Padre.
E.C., Espanha
24 de Julho de 2007

Fez com que encontrasse um documento
Ao chegar ao meu local de trabalho dei-me conta de que levava apenas um documento. Quando regressei a casa não encontrei o outro na mesa onde devia estar, nem no chão, por debaixo. Pus-me de joelhos para o procurar, pela segunda vez debaixo da mesa. E disse: “São Josemaria, se fizeres com que encontre o documento, escreverei este favor”. Nesse momento, enxerguei-o exactamente no sítio onde o tinha procurado um minuto antes.
C.N., Reino Unido
20 de Julho de 2007

Venci a tentação com a ajuda de São Josemaria
Sou acólito na nossa paróquia, que é pequena mas muito fervorosa. O nosso sacristão decidiu organizar uma sessão de formação sobre as exigências do ofício de acólito. Pediu a uma freira que orientasse a sessão. Depois da aula, antes de sair, a freira deu-nos a todos nós uma estampa de São Josemaria. Guardei-a sem lhe prestar muita atenção. Uns dias depois, tive uma forte tentação que me impediria de levar a cabo certas coisas honrosas. Lembrei-me da estampa, peguei nela e rezei a oração. E venci a tentação com a ajuda de São Josemaria.
Glenn, Filipinas
19 de Julho de 2007

Uma investigação com atletas
Sou estudante em Jaén (Espanha) e estou a realizar uma investigação com atletas de alta competição para a minha tese de doutoramento. A 26 de Junho iria proceder às últimas avaliações das capacidades dos atletas. Para realizar os testes que me permitiriam completar a investigação eram necessários três aparelhos. No dia das medições dispus os aparelhos enquanto os atletas esperavam para realizar os testes, mas, inesperadamente, um dos três aparelhos – o mais importante -, não funcionava, sem motivo aparente; nunca me tinha acontecido nada de semelhante. Tentámos tudo o que ocorreu para ver se funcionava, mas sem êxito. O facto iria provocar um desajuste na investigação pois os dados ficariam incompletos. Antes de guardar o material e de comunicar aos atletas que não se fariam os testes, afastei-me por uns momentos e recorri à intercessão de São Josemaria pedindo-lhe que me ajudasse. Quando terminei, pedi aos atletas que ficassem mais um momento para proceder a uma última tentativa com o aparelho. Voltei a colocá-lo e procedemos a um teste. O aparelho funcionou e continuou a funcionar durante o resto do dia. Realizaram-se todos os exames necessários para poder terminar a tese de doutoramento. Atribuo este favor à intercessão de São Josemaria. Foi um caso realmente especial porque, além do mais, tudo sucedeu no dia 26 de Junho, que é o dia do fundador do Opus Dei. Quando terminei os testes fui assistir a uma missa em honra de São Josemaria celebrada na catedral de Jaén para agradecer, de uma forma também especial, o favor que tinha recebido por sua intercessão.
P.J.R., Espanha
11 de Julho de 2007

Chegaram uns pulmões
Há quase dois anos que vivo em Estocolmo onde trabalho como fisioterapeuta com doentes com fibrose quística, doença mortal que afecta os pulmões. Há quinze dias deu entrada uma doente minha em estado muito grave que estava à espera desde há mais de um ano de um transplante pulmonar. No Domingo quando lhe fiz o tratamento e a vi tão mal – a morrer praticamente -, saí do hospital sem muita esperança e disse: “São Josemaria, não me lembro da tua oração, mas esta rapariga precisa de uns pulmões. E JÁ!”. A surpresa foi que na segunda-feira, mal acabava de chegar ao hospital, tive conhecimento de que a tinham transferido para Lund (no Sul da Suécia) muito cedo porque “casualmente” tinham chegado uns pulmões! E tudo está a correr bem…
M.C.R., Suécia
5 de Julho de 2007

Música que estimule a aproximar-se de Deus
Tenho 19 anos e sou organista. No dia 24 de Junho, dois dias antes da festa de São Josemaria, dei um concerto de música sacra. Invoquei-o para me ajudar a proporcionar aos presentes uma música que os estimulasse a aproximarem-se de Deus. O concerto teve muito êxito. Obrigado, São Josemaria.
Jean-François, França
4 de Julho de 2007

Continuo a rezar com esperança
Conheço o Opus Dei desde pequena. Rezei muitas novenas ao Fundador para que, por sua intercessão, Deus me desse um marido e uma família boa, porque sempre acreditei ser essa a minha vocação. Fui a Roma à canonização de São Josemaria e ali rezei por essa intenção com todo o fervor. Poucas semanas depois começou a telefonar-me aquele que até hoje é meu marido, e tive uma filha linda que agora tem três anos e um bonito e simpático filho, de 2 anos. Por motivos difíceis de explicar, desde o dia 18 de Fevereiro estamos separados e em processo de divórcio. Todos os dias rezo a estampa de São Josemaria e, embora ainda não saiba a solução que pode vir a ter a situação actual, sei que ele há-de encontrar a melhor fórmula e que Deus, por intermédio da sua intercessão, me ajudará e cuidará dos meus filhos quando não estão comigo, ajudando-me especialmente nesses momentos. Continuo a rezar com a esperança de que um dia hei-de voltar a escrever um testemunho mais esperançoso, pedindo a todos os que lerem esta mensagem que me ajudem com as suas orações. Obrigada, mil vezes.
M., Espanha
29 de Junho de 2007

Tinha presente a oração da estampa
Há mais de 14 anos fui aspirante numa comunidade religiosa, mas tive que desistir, com muita pena minha, para ajudar a minha família que estava a passar por momentos muito difíceis. Graças à família em que comecei a trabalhar em Lima, que era do Opus Dei, mantive e fortaleci - pelo ambiente cristão que aí encontrei – o meu desejo de oferecer a minha vida a Deus. Foi uma experiência muito boa. Oferecia com muito entusiasmo o meu trabalho a Deus. A dona de casa era professora universitária e, pouco a pouco, foi nascendo em mim o desejo de consolidar os meus estudos superiores, e assim sucedeu com o passar do tempo. Uma coisa que teve repercussões na minha experiência pessoal e me deu serenidade foi a vida de S. Josemaria Escrivá. Tinha presente a oração da estampa: “Fazei com que eu também saiba converter todos os momentos e circunstâncias da minha vida em ocasião de vos amar e de servir, com alegria e simplicidade, a Igreja, o Romano Pontífice e as almas”. Sinto que esta experiência marcou a minha vida de modo profundo e, em lembrança de S. Josemaria, quis apresentar diante de Deus esta acção de graças porque hoje em dia sou professora de Educação Religiosa e posso realizar o desejo que sempre tive de encaminhar os jovens para Deus. Obrigada por tudo.
Olga, Peru
29 de Junho de 2007


A oração de um diácono em Santa Maria da Paz
Encontrava-me há uns quinze dias em Roma e ainda não tinha conseguido ir rezar à Igreja de Santa Maria da Paz, mas, graças à valiosa informação que essa página web me proporcionou (inclui os números dos autocarros e onde se podiam tomar), aventurei-me e consegui chegar. Recebeu-me um rapaz que me mostrou onde descansam em paz algumas figuras percursoras do Opus Dei e principalmente S. Josemaria, e aí fiz oração. Agradeço a Deus esta oportunidade de poder estar num lugar de paz e de oração diante dos restos daquele que iluminou todos os meus anos de formação no seminário, e de ter podido – sendo diácono – chegar aqui em atitude de acção de graças. Que Deus vos abençoe.
E.A., Venezuela
27 de Junho de 2007

Lembro-me deles em cada 26 de Junho, festa do fundador do Opus Dei
Estávamos no mês de Setembro de 1990. Nessa época era coadjutor em Illescas (Toledo) e administrador da paróquia de Yeles, e vivia com outro sacerdote diocesano, Javier, que era da Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz. Ele deu-me a estampa do fundador do Opus Dei, que ainda não tinha sido beatificado. Por essa altura tinha de organizar a catequese de Yeles e não sabia como começar. Depois de rezar dois dias a oração, telefonou-me um meu parente do Opus Dei com quem tinha estado meses antes no casamento de uma irmã dele e a quem tinha referido a minha nomeação para administrador de Yeles. Tinha esquecido por completo aquela conversa. E qual não foi a minha surpresa quando ele me telefona a oferecer-me os seus préstimos e os de outros rapazes que frequentam os meios de formação cristã num centro do Opus Dei. Fiquei como que petrificado e compreendi num relance que se tratava da resposta de S. Josemaria.
Mas as coisas não ficaram por aqui. Yeles não era fácil. E aqueles rapazes, com o meu parente e mais outro a orientar, vinham todos os sábados, com uma pontualidade heróica, de Madrid - a 40 km -, e passavam a manhã com as crianças da catequese. Por minha parte sentia-me tranquilo por saber que lhes ensinavam a doutrina católica. E, como se não bastasse, jogavam à bola com eles, e alguns acompanhavam-me na visita a doentes. Ao meio-dia regressavam a Madrid felizes da vida e como se fosse eu que lhes tivesse feito um favor.
Nunca aceitaram uma única peseta durante todo o ano, nem sequer para a gasolina da carrinha em que vinham. Recordo que faltaram apenas um Sábado em todo o ano lectivo, mas avisaram-me com dois meses de antecedência. Sentia-me um pouco envergonhado pois também eu tinha criticado uma vez por outra o Opus Dei, seguindo a opinião dominante. No fim do ano, aceitaram o meu convite para um almoço como prova de gratidão. Como em Outubro eu me ia embora para estudar em Roma, sei que quem me sucedeu continuou a contar com a ajuda deles durante um tempo. Passaram quase 17 anos desde aquela primeira oração a S. Josemaria. Em 1992 estive em Roma na beatificação e desde então lembro-me deles em cada 26 de Junho com muito carinho e agradecimento. S. Josemaria ama os sacerdotes e ajuda-os de verdade. Que Deus abençoe a Obra para que continuem a praticar o bem na Igreja e no mundo.
Gonzalo Mazarrasa Martin-Artajo, Austrália
26 de Junho de 2007

Nunca estou sozinha
Desde que encontrei S. Josemaria, e sempre que o invoco as coisas correm me bem. Só tenho a agradecer a protecção que me dá sempre que necessito. Hoje foi a prova que nunca estou sozinha! Obrigada!
Soraia, Portugal
25 de Julho de 2007

A única esperança era um transplante
Há uns dez anos, o meu sobrinho que tinha então 15 anos teve leucemia, e os médicos disseram-lhe que a única esperança era um transplante. Foi internado e fizeram-lhe um transplante de medula do irmão. Eram os primeiros transplantes que se faziam no Peru; contudo, graças à intercessão de S. Josemaria, Diego curou-se: Hoje, com 25 anos, tem uma vida de trabalho normal. Toda a família considera esta cura um milagre.
Patrícia de Ferreyros, Peru
22 de Junho de 2007

Sei que me vai ajudar
Pedi a intercessão de S. Josemaria porque preciso da carta de condução para poder trabalhar. Não disponho de muito mais dinheiro para as aulas práticas, e sendo assim só vou ter as aulas práticas indispensáveis para poder apresentar-me ao exame. Estou a pedir-lhe com todo o meu fervor que me ajude. Ainda não me propus a exame mas quero agradecer-lhe porque sei que está a ouvir a minha súplica e que vai interceder por mim.
Paloma, Espanha
20 de Junho de 2007

Dentro de uma caixa
Antes de ontem andei à procura da minha carta de recomendação para entrar na universidade e, com a minha desordem e precipitação de não saber onde ponho as coisas, pensei que a tinha deitado no lixo. Estava eu nesta aflição, quando levanto a cabeça e vejo a estampa de S. Josemaria (tenho-a na parede do meu escritório) e peço-lhe muito devotamente que me ajude a encontrar a dita carta. Quase imediatamente, encontrei a carta dentro de uma caixa onde nunca me teria lembrado de a procurar. Foi um milagre o ter aparecido, e agradeço-lhe muito, muito. Obrigada.
Nuri, Peru
15 de Junho de 2007

Apartamentos a preços acessíveis
Andava há muito tempo à espera de oportunidade de comprar um apartamento com a minha noiva. A ocasião nunca era propícia porque o preço dos andares ia sempre crescendo e estava fora das nossas possibilidades. Resolvi então rezar a São Josemaria (a estampa tinha-ma dado o sacerdote do colégio onde andara, e é uma alegria tê-la) para que nos coubesse um apartamento de habitação social. Tivemos a sorte que afinal à minha noiva lhe coube um em regime de arrendamento. Curiosamente não nos tínhamos dado conta do sorteio, nem de que ela estava nas condições de ser admitida ao mesmo, até que recebeu uma carta confirmando que lhe coubera um andar. Estamos muito contentes. Tínhamos prometido que se nos coubesse um apartamento em sorte, iríamos a Roma para visitar o seu túmulo… E já estamos a preparar a viagem. Muito obrigado, São Josemaria.
Asier Iglesias, Espanha
29 de Maio de 2007

O PC arrancou
Esta manhã o meu PC não arrancava. Pensei que poderia tratar-se de um vírus. Rezei a oração da estampa e o PC arrancou; e apareceu uma mensagem a dizer que tinha havido um erro grave. Não comuniquei à Microsoft, mas a vocês, sim.
David del Fresno y Torrecillas, Espanha
28 de Maio de 2007

Prometi que o iria escrever
Chamo-lhes os meus dois “amores” e não é falta de respeito, porque tenho por eles um carinho enorme. Tenho as fotografias de Josemaria e de Álvaro em cima do computador e na mesa-de-cabeceira. Há bem pouco tempo, a minha mãe teve de fazer uns exames ao estômago e aos intestinos. Receávamos o pior. Para saber concretamente a quem agradecer o favor, rezei a D. Álvaro. Tudo correu bem e não sofreu durante os exames. O resultado dos exames foi que não tinha nada de grave. Prometi que o iria escrever. Na realidade ambos, tanto S. Josemaria, fundador do Opus Dei, como D. Álvaro del Portillo são meus pais, meus irmãos, meus verdadeiros amigos, sempre presentes e afectuosos.
M.F., França
24 de Maio de 2007

Uma entrevista de trabalho
Andava há longos meses à procura de trabalho quando um meu amigo me deu uma estampa de São Josemaria. Passaram quatro meses e ainda não tinha recebido nenhum telefonema das empresas onde me tinha inscrito. Um dia rezei ao fundador do Opus Dei e, passados uns dias, recebi um telefonema: era para me marcarem uma entrevista de trabalho.
Arnold Carl F. Sancover, Filipinas
13 de Maio de 2007

Sem nenhum problema
No terceiro mês de gravidez tive uma grave hemorragia. Quando o médico me observou, estava muito nervosa. Perguntou-me se eu era católica e, ao responder-lhe afirmativamente, deu-me a estampa com a oração para pedir a intercessão do Fundador do Opus Dei. Sugeriu-me que a rezasse com fé. Assim o fiz todas as noites com tanta fé que, passado um mês, a hemorragia havia desaparecido. Fui ao médico e ele disse-me que tinha sido um milagre e que continuasse a rezar. O bebé nasceu sem nenhum problema, de tal modo que quando me viram no quarto as enfermeiras não acreditavam que já tivesse dado à luz uma menina. A minha família e eu continuamos a rezar a oração a S. Josemaria com muita fé.
Sol María Nava, Venezuela
11 de Maio de 2007

Nunca me faltou trabalho
Nos primeiros dias de Janeiro de 1998 andava eu a trabalhar com um táxi alugado e tinha a minha mulher e o meu filho doentes. Não eram doenças graves mas precisava de dinheiro para certos remédios e as coisas não me andavam a correr bem. Certa noite, quando já estava para terminar o meu dia de trabalho, entrou uma senhora que notou no meu rosto a preocupação em que andava. Contei-lhe que necessitava de um trabalho estável e ela deu-me uma estampa de um Beato totalmente desconhecido para mim até então. Disse-me que rezasse com muita fé. Contou-me que ele tinha conseguido um trabalho para o seu filho, e enquanto lia a estampa voltei-me para agradecer à senhora a estampa e os 20 dólares que me dera, mas ela já não estava. Guardei a estampa do então Beato Josemaria Escrivá de Balaguer. Passados dois ou três dias a minha situação piorou, pois o carro que eu alugava para trabalhar avariou-se. Uma tarde em que eu vinha da rua de procurar trabalho, a minha mãe disse-me que uma pessoa com quem não tinha muita amizade andava à minha procura por causa de um trabalho. Fui ter com essa pessoa e ela disse-me que um seu amigo necessitava de alguém de confiança, pois tinha de lidar com dinheiro, para um trabalho numa grande empresa. Disse que tinha pensado em mim, o que me causou bastante estranheza, pois, como disse, não tinha grande amizade com ele. Agradeci-lhe muito, fui para casa, peguei na estampa e compreendi que o fundador do Opus Dei me tinha ajudado iluminando a mente desse senhor para que pensasse em mim para aquele trabalho. Desde então, graças a Deus, com a intercessão de S. Josemaria, nunca me tem faltado trabalho. No passado mês de Fevereiro, meti os papéis para uma grande multinacional em que é bastante difícil entrar, mais ainda com os meus 38 anos de idade. Rezei muito ao fundador do Opus Dei e consegui entrar. Todos os dias, antes de ir para o trabalho, rezo-lhe muito para que me ilumine e me proteja; e não só para isso: perante cada situação difícil em que me encontro, sempre lhe rezo e ele ajuda-me… Hoje, ao ver o vídeo com o testemunho de um taxista que tinha a filha doente com hidrocefalia, pensei que a mim me aconteceu qualquer coisa de parecido e não pude evitar chorar de emoção pois não tenho a menor dúvida de que S. Josemaria é um santo muito milagroso… Obrigado, Josemaria Escrivá de Balaguer.
Rommel Rosas, Peru
6 de Maio de 2007

O código de acesso tinha mudado
Queria comunicar um favor de S. Josemaria. Tenho de proceder a exames periódicos à mácula dos dois olhos e por esse motivo vou com regularidade ao centro de saúde a fim de fazer uma campimetria. Desta vez marcaram-ma para o dia 30 de Abril às 14h30. Essa hora não era de todo conveniente num dia entre o domingo e o feriado do 1º de Maio e tentei mudá-la por diversas vezes mas não foi possível. Cheguei ao centro de saúde no dia e hora marcados e dei com a enfermeira muito preocupada pois estava há 30 minutos a tentar entrar no programa informático do aparelho com o qual tinham de me fazer o exame, e não havia maneira. Ela estava muito aborrecida e disse-me que não ia ser possível fazer-me a campimetria a mim e aos outros dez doentes, que aguardavam também, pois o aparelho não respondia. Como já conheço a enfermeira das vezes anteriores disse que nesse preciso momento ia rezar a oração a S. Josemaria. Quando terminei, a enfermeira continuava a tentar. Passou outra enfermeira e esta disse-lhe que na sexta-feira anterior o código de acesso tinha mudado. Foi imediatamente informar-se do novo código e logo o aparelho ficou operativo. Ao terminar agradeceu-me e nós, por nossa vez, agradecemos ao fundador do Opus Dei.
Pilar Herranz , Espanha
2 de Maio de 2007

Agora podes conduzir sem problemas
O meu marido foi operado recentemente. Foi uma operação cirúrgica bastante complicada dado o estado avançado da patologia. Fui buscá-lo quando lhe deram alta no hospital e estava ainda com muitas dores. Embora seja um homem que suporta a dor com bastante coragem, começou a queixar-se muito a cada solavanco e movimento brusco do carro. Procurava conduzir com cuidado, mas ele estava muito queixoso e eu não sabia o que fazer. Foi então que invoquei mentalmente e com muita intensidade o fundador do Opus Dei. Mal o invoquei, ouvi a voz do meu marido no assento de trás do carro que dizia: “Agora podes conduzir sem problemas porque já não sinto dores”. Aleluia, obrigada S. Josemaria!
Patrizia Martinelli, Itália
2 de Maio de 2007

Só devemos pedir coisas com fé
Escrevo para agradecer um pedido que fiz a S. Josemaria. Pedi-lhe para progredir na minha carreira e nos meus estudos na área de informática, pois desde há muitos anos que isso não era tido em conta. Hoje devo dizer com satisfação que o consegui. Mas estou consciente que o fundador do Opus Dei e a Santíssima Virgem intercederam para que isso acontecesse. Devo também dizer que de há um tempo para cá a minha situação económica foi melhorando. Queria dar testemunho disto que me aconteceu. Talvez não seja de muita importância para outras pessoas; mas devo confessar-lhes que S. Josemaria está lá, e só lhe devemos pedir coisas com fé. Pela minha parte, muito obrigado.
R.L. Neves, Uruguai
30 de Abril de 2007

Já come uma dieta normal
Tenho um filho encantador com três enérgicos anos, e bastante esquisito nos seus gostos. Tem uma aversão quase fóbica à maior parte dos alimentos desde que deixei de lhe dar leite. Sobreviveu graças a uma alimentação à base de salsichas e frango durante longos períodos e de uma forma geral recusava provar coisas novas. Tinha de fazer combinações constantes com os seus pratos preferidos e tentar alternativas; era esgotante. Comparava a sua atitude com a do meu outro filho que nunca tinha tido preferências especiais na comida e isso desencorajava-me ainda mais. Uma minha amiga tinha-se dado conta de que tudo isto era um motivo de preocupação para mim e que até me tirava tempo para rezar; ela sugeriu-me então que fizéssemos uma novena ao fundador do Opus Dei pelo meu filho, utilizando a oração da estampa, Desde o primeiro dia notei diferença, porque ele nos surpreendeu pedindo ao jantar um bocadinho de salmão. Um dia depois, na casa de um amigo, quis provar pela primeira vez um ovo cozido! E assim continuou até que começou a comer sanduíches, arroz acompanhado de peixe e até mesmo queijo. Ao terminar a novena, considerei-o curado, pois agora come uma dieta normal, como qualquer outra criança. Apesar da reduzida importância deste problema em comparação com outros , desejo atestar que se tratou de um verdadeiro milagre. Obrigada, S. Josemaria!
Mary Dysko, Grã-Bretanha
29 de Abril de 2007

Um pormenor pequeno, mas importante
Prometi que escreveria este pormenor pequeno, pois, apesar de ser pequeno, não deixa de ser importante para mim. Tinha de pronunciar um discurso perante cerca de 400 pessoas. Era a primeira vez que falava diante de um público tão numeroso. Nos ensaios chegava a uma altura em que a voz me faltava e começava a chorar. Assim me aconteceu dezenas de vezes – sem exagero -. Então disse a S. Josemaria: “tu que te emocionaste diante do Papa Paulo VI, faz-me este grande favor: que eu não me emocione e que a voz não me falte durante o discurso”. Umas horas antes voltei a ensaiar e pela primeira vez a voz não me faltou. Sabia que o fundador do Opus Dei me tinha escutado e fui para o local da conferência segura de mim. Pensei que era uma prova de que já me tinha concedido o favor. E assim foi. Disse-lhe ainda: “Escreverei o favor, apesar de me custar porque não gosto nada de contar coisas da minha intimidade”. Felicitaram-me pessoas que são muito exigentes e que não dão notas altas a ninguém. Quero manifestar o meu agradecimento para que outros se animem a ganhar intimidade, nas coisas correntes, com S. Josemaria, fundador do Opus Dei.
Carmiña Suanzes
28 de Abril de 2007

Um descuido
Recorro muitas à intercessão de S. Josemaria e, desde que encontrei a de D. Álvaro del Portillo, também recorro a ele. O percalço que me sucedeu não era de muita importância, mas para mim foi desesperador. Por descuido meu, deixei as duas portas da casa sem fechar e a que dá para a rua abriu-se. Dei conta do descuido oito horas depois, mas por alguma graça especial, ninguém entrou. E não encontrava as chaves; pensei então que talvez as tivesse deixado na fechadura e que alguém as tivesse levado. Não conseguíamos dormir e fazíamos turnos para estar de guarda à casa. Rezei a S. Josemaria para conseguir encontrar as chaves e prometi escrever o favor. Encontrei-as no momento preciso em que o meu pai estava já para mudar as fechaduras! Obrigada, S. Josemaria!
S., Argentina
10 de Abril de 2007

Tal como estava previsto
Sou piloto numa companhia aérea alemã. Quando residia em Frankfurt, pedi para mudar para Dusseldorf, porque tinha encontrado uma casa para a minha família nessa cidade: a minha mulher e o filho que estava para nascer. Parecia que tudo estava a correr bem, e até já estávamos a instalar a nova casa quando, por motivo de falta de pessoal, me negaram a transferência. Falei com um director e mais outro, mas ninguém queria saber do meu problema nem se interessava pela minha situação. Nem mesmo o sindicato me queria ajudar. A única solução que me restava era dirigir-me a S. Josemaria e confiar-lhe esta dificuldade. E de repente toda as pessoas procuraram ajudar-me, encontraram uma solução e consegui a transferência tal como estava previsto.
J.R., Alemanha
10 de Abril de 2007


Pedir por todos os doentes
Hoje li textos sobre S. Josemaria e, perante os testemunhos que li, senti necessidade de pedir a intercessão do fundador do Opus Dei junto de Deus Pai pela saúde da minha mãe e dos meus tios e em geral de todos os doentes da terra, nossos irmãos.
Absalón Duarte, Colômbia
8 de Abril de 2007

Passados dois dias, já em casa
Antes tudo o mais, quero pedir desculpa a S. Josemaria, fundador do Opus Dei, por ter demorado em enviar este testemunho. Há três anos diagnosticaram à minha mãe um tumor maligno na garganta. Fizeram-lhe análises em diversos hospitais, inclusivamente num especializado em cancro. Como compreenderão, sentíamos uma grande angústia, mas no dia em que a iam operar, dirigi-me à capela do hospital. Tinha comigo a estampa de S. Josemaria. Pedi-lhe que a doença não fosse tão grave como nos tinham comunicado. Estava convencida da sua intercessão, mas, dada a minha angústia, nessa altura procuravam criar um ambiente de dúvida para eu estar preparada para o pior, pois os médicos não sabiam até onde o tumor teria alastrado. Mas eu tinha fé e pedi tanto ao Fundador do Opus Dei que, quando a operação acabou, os médicos disseram que se tratava de um problema da tiróide, e passados dois dias a minha mãe encontrava-se já em casa em nossa companhia. Os médicos não sabem explicar o que se passou na realidade, pois tudo indicava tratar-se de um cancro, segundo as biopsias realizadas. Por isso agradeço a S. Josemaria. Obrigada por este e por outros favores alcançados.
Maria La Torre, Peru
7 de Abril de 2007

Trouxe-mos de volta
Há cerca de 20 anos fui, na passagem de ano, dançar à praia com aquele que viria a ser o meu marido. Tinha posto uns lindos brincos da minha mãe. Já de madrugada dei-me conta de que os tinha perdido. A minha angústia era enorme, pois pusera-os sem dizer nada à minha mãe. Rezei a S. Josemaria perante os olhos incrédulos daqueles que estavam comigo: areia… muita gente… como saber em que momento e lugar me tinham caído? Um bocadinho depois de procurar apareceram! Desde então sempre que perco alguma coisa… ele traz-ma de volta… SEMPRE, SEMPRE… Por isso, meu amigo, se perderes alguma coisa… reza-lhe com fé e fica à espera.
Patrícia, Argentina
7 de Abril de 2007

Consegui os bilhetes
Estou há muito tempo para escrever dois favores que S. Josemaria me concedeu em torno de duas viagens.
O primeiro foi o de me ter conseguido dois bilhetes no próprio dia da viagem e quase na hora da partida. É impressionante, se tivermos em conta que era o dia em que começavam as férias de Agosto e o meu destino era o sul de Espanha, zona de muito turismo. Pus o assunto nas mãos de S. Josemaria, fundador do Opus Dei, durante todo o caminho até chegar à estação. No guichet tive de insistir e por fim consegui fazer viagem nesse dia, coisa que parecia impossível.
O outro favor que prometi escrever foi a propósito de uma viagem que fiz à minha terra. O meu pai estava hospitalizado há várias semanas, e fui visitá-lo. Fui de avião. A distância é grande e não há voo directo: é preciso fazer transbordo. Ia com bilhete de ida e volta, e em classe turística. Durante a minha estada marcaram a data de uma operação para o próprio dia do meu regresso. Fiquei para ver como correria a operação e, por consequência, perdi o bilhete. Pus o assunto mais uma vez nas mãos de S. Josemaria pedindo que fosse possível transferir a viagem para o dia seguinte. No primeiro aeroporto, graças a uma pessoa conhecida, não houve problema quanto à data do bilhete, mas no outro era mais complicado. Levei comigo o atestado médico e depois de vários trâmites e, evidentemente, de ter pedido a S. Josemaria, concederam-me a alteração da data. Foi realmente um grande favor pois uma das condições do tipo de bilhete que eu tinha não admitia mudanças e, ainda por cima, para depois da data em que o devia ter utilizado.
E.N.V., Espanha
Abril de 2007

Apesar de pouco convencido
Encontrava-me com uns amigos em França e um de nós perdeu a carteira. Procurámos e voltámos a procurar no carro que nos tinham emprestado, mas não apareceu. Rezei a S. Josemaria a oração da estampa – pouco convencido, para dizer a verdade – pedindo-lhe que a carteira aparecesse com todos os documentos. Dois dias depois de termos entregue o carro, recebi um e-mail do proprietário dizendo que estava de posse da carteira, a qual estava bem à vista no carro. Mais um pequeno favor que agradecemos por palavras, e escrevendo-o.
Carlos Chiclana, Espanha
3 de Abril de 2007

De modo diverso daquele que eu esperava
Trabalho profissionalmente servindo-me da Internet. Hoje não havia meio de funcionar, e começava a ficar desesperada. Rezei com muito empenho a S. Josemaria para que o meu instrumento de trabalho funcionasse. Depois de ter feito uma pausa de duas horas, tentei novamente, e mais uma vez não consegui aceder. “Não me concedeu o favor”., pensei para comigo, um tanto decepcionada. Mas de repente lembrei-me que tinha outro programa mais antigo que talvez ainda estivesse activo. E deu resultado! Então tive de admitir que afinal havia um favor que Deus me tinha concedido por intercessão do fundador do Opus Dei, mas de modo diverso daquele que eu esperava.
A. St., Alemanha
30 de Março de 2007

Eficaz com os meus filhos e no meu casamento
Há seis meses sofri um enfarte de miocárdio agudo em minha casa. Os médicos da equipa do serviço de emergência tentaram fazer-me um electrocardiograma para verificar a gravidade do meu estado. Nenhum dos elementos da equipa (médicos e enfermeiros) conseguiu que o aparelho desse algum sinal. A minha mulher, vendo que o tempo passava e que, segundo o protocolo, deviam proceder a esse exame para procederem à transferência para o hospital, decidiu ir buscar uma estampa de S. Josemaria que tinha sido tocada no seu túmulo em Roma. Passou a estampa por alguma parte do corpo (não sei dizer qual), e imediatamente o aparelho deu sinal e apareceu um electrocardiograma em que era evidente o enfarte. Já na clínica, tive uma paragem cardíaca que os médicos achavam de difícil reanimação. Fui transferido para UCI e aí também os médicos não se mostravam nada optimistas relativamente à minha recuperação. A minha mulher passou outra vez a estampa pelo corpo, e deu-ma a beijar. Passados poucos dias, se bem que tivessem de proceder a pequenas intervenções cirúrgicas, melhorei consideravelmente. Agradeço a S. Josemaria, fundador do Opus Dei, a sua intercessão junto de Deus, e recomendo-me a ele todos os dias, pedindo também por aquelas pessoas que julgo necessitarem de ajuda. A oração a S. Josemaria já tinha sido eficaz com os meus filhos e no meu casamento.
M.M.C., Espanha
30 de Março de 2007

Dia a dia, hora a hora, momento a momento
Tenho 26 anos. Desde os meus 14 anos ouvi falar em casa daquele que com muito respeito chamo de Monsenhor. Desde os 15 passaram pelas minhas mãos estampas com o seu rosto e oração, primeiro como ‘Servo de Deus’, depois como ‘Beato’ e agora como ‘Santo’. Numa ocasião (julgo que em 2002) o meu sobrinho teve um problema de apêndice e foi hospitalizado. Os médicos do banco deram-nos a entender que a operação poderia não ter êxito e que nesse caso ele ficaria com problemas na perna esquerda. A minha fé levou-me a pedir por esta intenção a S. Josemaria Escrivá e a operação correu o melhor possível. Agora até jogamos futebol…
Pouco tempo depois, fui trabalhar numa universidade privada. Tive uma entrevista e disseram-me que me telefonariam. Recomendei-me a S. Josemaria e, desde há quatro anos, pertenço aos quadros dessa Universidade. Dia a dia, hora a hora, momento a momento procuro santificar o meu trabalho e agradeço-lhe tudo o que fez por mim e pela minha família.
José Quisquinay, Guatemala
12 de Fevereiro
Ajuda-me a ser um bom profissional
Louvores a Deus! Conheci o espírito do Opus Dei quando era estudante. Um dos meus companheiros vivia esse mesmo espírito. Tive depois uma época em que tudo mudou na minha vida: não tinha trabalho e tudo se me afigurava difícil. Contudo nunca deixei de rezar o Terço, e quero dizer a todos os que estão vacilantes: não deixem nunca de rezar o Terço. A Virgem Maria ajuda sempre: ajuda no momento oportuno porque ela conhece toda a nossa vida e sabe o que é melhor para nós. Por intercessão de Nossa Senhora encontrei trabalho. No princípio foi difícil. Nessa altura peguei no Caminho, Sulco e Forja, livros de S. Josemaria, fundador do Opus Dei, e meditei-os diariamente. Agora vivo de acordo com esse espírito que me ajuda a ser bom profissional e tenho a intenção de pedir a admissão no Opus Dei, dentro de pouco tempo. Tenho, no entanto, de me preparar melhor espiritualmente. O amor de Cristo vence sempre.
Marek, Polónia
7 de Fevereiro de 2007

Uma coisa brilhante num degrau
Numa Quinta-feira, 14 de Agosto de 2003, o meu marido Juan Antonio foi com a nossa filha Mónica à piscina da urbanização em que vivemos, e esqueceu-se de tirar a aliança. Quando regressou da piscina, deu-se conta imediatamente que não tinha a aliança e tinha quase a certeza de que lhe tinha caído dentro da piscina. Quando saiu para o ir procurar, peguei na estampa do fundador do Opus Dei e rezei uma novena; quando a terminei, tocou o telefone. Era o meu marido a dizer-me que a tinha encontrado e que depois me contaria como aparecera. O meu marido, católico, mas não praticante e sem muita fé, explicou-me que, quando chegou à piscina, deu voltas e mais voltas à piscina porque tinha quase a certeza que tinha caído lá dentro. Ao fim de um tempo, deu-se por vencido e deixou de procurar o anel. Quando já estava para se ir embora reparou que havia uma coisa brilhante num degrau fora da piscina, mas não pensou que fosse a aliança porque não estivera nessa zona. Mas, na dúvida, decidiu verificar e quando se aproximou era de facto o seu anel. Estava espantado de que o anel brilhasse e que aparecesse ali. Quando terminou de me contar o sucedido, disse-lhe que, logo que ele tinha ido procurar o anel, eu tinha pegado na estampa de S. Josemaria e me tinha posto a rezar. Disse-lhe que a maneira como a aliança tinha aparecido era uma mostra da ajuda do Padre. Ele – ainda com alguma dúvida – concordou comigo. Dizia-me que se o anel não tivesse brilhado, nunca o teria encontrado porque estava muito escondido ao fundo do degrau.
D.C., Estados Unidos
4 de Fevereiro de 2007

Solucionou-se
Torno público o meu testemunho agradecendo a S. Josemaria a sua intercessão junto de Deus. Depois de ter feito uma novena solucionou-se um problema bastante grave que tinha no meu trabalho. Tal com lhe tinha prometido, escrevo para o seu site. Muito obrigado.
Carlos, Espanha
2 de Fevereiro de 2007

Um pesadelo
No Verão passado, depois de umas análises de rotina, diagnosticaram-me uma doença grave e dei entrada num hospital. Disseram-me que teria de permanecer ali dois a três meses. Tudo isto aconteceu precisamente no dia em que partia de férias com a minha família. Rezei a S. Josemaria, fundador do Opus Dei, e prometi escrever o meu testemunho se me tirasse daquele pesadelo. Inesperadamente, no dia seguinte veio ver-me um médico que me disse que não me preocupasse com o assunto, que voltasse para casa e que fizesse a minha vida normal, apenas com umas pequenas limitações. Agradeço profundamente a intervenção de S. Josemaria, que considero milagrosa, pelo menos da minha parte. E assim dou testemunho dela.
Francisco Valenzuela Villalobos, Espanha
1 de Fevereiro de 2007

As coisas continuam a correr bem
Em Maio de 2002 diagnosticaram-me um cancro no seio, e também a alteração de um gen que provoca recaídas e pouca esperança de vida. Desde esse momento pensei que o Senhor me estava a fazer passar por uma prova grande que nos ajudaria a crescer em família e que nos havia de trazer coisas boas. Antes de me darem o diagnóstico, recomendei-me a S. Josemaria para que me ajudasse a ter muita fortaleza e a não perder a serenidade; agora posso dizer que assim sucedeu. Por intermédio da sua intercessão abriram-se-me muitas portas para começar a lutar contra aquela doença. Pensei que, sendo 2002 o ano da canonização do nosso Padre e o ano do seu centenário, com a confiança de ser sua filha, não deixaria de interceder por mim, e assim aconteceu. Fui aos Estados Unidos para ser examinada num hospital que estava a começar uma investigação para doentes com esse gen positivo e foi-me aplicado esse tratamento. Durante o mesmo, ofereci todos os incómodos por muitas vocações no mundo, e para que se iniciasse o trabalho apostólico do Opus Dei na Rússia e noutros lugares distantes. Tenho que dizer que os meus sofrimentos foram e têm sido principalmente de ordem moral, e agora posso dizer que estou curada graças à intercessão do fundador do Opus Dei. Neste momento estou a escrever no Hospital onde recebi o tratamento e onde continuo a fazer as revisões; acabam de me anunciar que tudo continua bem. Posso testemunhar o quanto é poderosa e grandiosa a oração da Comunhão dos Santos: sente-se essa oração. Quero dizer também que esta situação que vivi me deu azo a fazer muito apostolado e a tornar conhecida a figura de S. Josemaria dando estampas com a sua oração. Um abraço.
Sandra de Madrid, Honduras
30 de Janeiro de 2007

Respostas a tempo
Tinha um assunto difícil de levar a cabo e não conseguia entrar em contacto com o meu interlocutor. Esperava da parte dele uma resposta para ultimar um dossier urgente. Comecei a rezar a oração da estampa de S. Josemaria enquanto marcava o número de telefone, e… consegui um resposta que fazia falta para o dossier! Obrigada, meu Deus, e obrigada, Padre!
Obtive outro favor de monta: tinha planeado fazer uns dias de retiro e, ao pedir os dias de licença, a minha chefe disse-me que não mos podia conceder por uma série de razões que enumerou. Procurámos resolver as dificuldades que se punham, enquanto interiormente eu pedia ajuda a S. Josemaria. Tudo se resolveu e a minha chefe disse-me que seria ela a assumir os trabalhos para eu me poder ausentar.
Hélène, França
28 de Janeiro de 2007

Três favores
Há mais de três anos, encarreguei uma contabilista para regularizar a minha situação fiscal e para isso entreguei-lhe todos os documentos correspondentes. Por inexperiência dei-lhe os documentos originais e não fiquei com nenhuma cópia. Por diversas razões perdi contacto com ela e, com o passar do tempo, esqueci o problema. Há umas semanas recebi uma multa e comecei a preocupar-me porque numa inspecção fiscal pode ser grave não ter os recibos emitidos. Pedi a S. Josemaria que me ajudasse a recuperar os documentos. O primeiro favor foi que, por meio de outra pessoa, consegui o endereço de correio electrónico da contabilista, e no próprio dia escrevi-lhe e recebi um telefonema seu. Mas explicou-me que por causa de um erro os documentos estavam na posse de outra pessoa e que seria difícil recuperá-los. No dia seguinte, confirmou-me que não era possível recuperá-los. Então disse a S. Josemaria que, pelo menos, me ajudasse a ficar tranquila (há várias noites que não dormia) e que não houvesse inspecção por parte das autoridades. O segundo favor foi a minha serenidade, apesar de não saber se voltaria a ver esses papéis. Mas para surpresa minha chegou o terceiro favor: uns dias depois recebi outro telefonema da contabilista para me dizer que lhe tinham entregado os meus documentos e que poderíamos encontrar-nos para os examinar. Espero também que não haja inspecção, mas pelo menos sei que, se ela se der, terei tudo em ordem.
Adriana, México
23 de Janeiro de 2007

Um lugar seguro e agradável
Queridos amigos de S. Josemaria, queria transmitir-vos um caso bonito de verdade que me sucedeu nesta semana. Há poucos dias o director da residência onde vivo comunicou-me que tinha vendido o edifício e que eu iria receber uma notificação com a ordem de deixar o quarto no prazo de 30 dias. Estava muito preocupada com o meu futuro. Pedi ajudas, mas mesmo os meus melhores amigos não fizeram caso. Em Nova Iorque, se uma pessoa tem um ordenado médio e nenhum historial de crédito, é muito difícil encontrar um lugar seguro e agradável para viver. Poucos dias depois de negativas por parte de agentes imobiliários e proprietários, sentia-me tão desvalida e triste que comecei a não conseguir dormir e a ter dificuldade de concentração durante as horas de trabalho. Telefonei para a Itália para a minha mãe e ela ficou resolvida a dar uma ajuda na resolução do assunto e recomendou-me que rezasse com ela ao nosso querido S. Josemaria e à Santa Mãe Seaton (ela chama-lhes os meus pais espirituais em Nova Iorque). No dia seguinte recebi um telefonema para um open house; fui lá com mais expectativa do que esperança. Um dia mais tarde, telefonaram-me para me dizerem que tinha conseguido um lugar, e isto aconteceu precisamente apenas um dia antes da data limite da notificação oficial de despejo. Não dá para acreditar: um lugar seguro e agradável não muito longe do meu trabalho e com um preço razoável. A minha nova companheira de quarto é uma rapariga simpática e o meu… vizinho mais próximo é a única igreja católica das redondezas!!! Sinto-me realmente abençoada e feliz. Um grande abraço no Senhor.
Sílvia Tasco, EUA
22 de Janeiro de 2007

A partir de uma novena a S. Josemaria
Escrevo-lhes para dar testemunho daquilo que nos sucedeu a partir de uma novena a S. Josemaria, fundador do Opus Dei. O meu marido estava doente há várias semanas. Os antibióticos não surtiam nenhum efeito. Não podia ir trabalhar. Eu conhecia, só de ouvir falar, S. Josemaria, mas foi a minha irmã quem um dia me animou a fazer-lhe uma novena. Rezei então servindo-me da estampa que encontrei na Internet. O meu marido começou a melhorar. Hoje voltou ao trabalho e encontra-se praticamente curado. Dirijo todo o meu agradecimento a S. Josemaria por ter intercedido por ele. Agradeço igualmente a Nosso Senhor Jesus Cristo por me ter escutado.
Danièle D., Alemanha
21 de Janeiro de 2007

Telemóvel perdido
S. Josemaria, como bom pai que era, e que pai!, sempre pensei que havia de prodigalizar favores a mãos cheias aos que recorressem à sua intercessão. No entanto, até hoje, não tive oportunidade de escrever e contar alguns deles. Neste momento, por ser tão notório, vou contá-lo. Às sextas-feiras costumo fazer desporto com um amigo na Casa de Campo. No passado dia 5 de Janeiro, regressávamos depois de realizar os circuitos do costume. Insisti com o meu acompanhante que fizéssemos mais uma volta para aumentar o exercício físico e, ao mesmo tempo, apanhar mais um pouco de sol. O meu amigo não esteve de acordo e sugeriu que voltássemos pelo caminho mais curto, e que por causa do “exercício físico” fôssemos a correr. Comecei a correr por uns terrenos desnivelados e, quando nos faltavam uns 20 minutos para chegar a casa, dei-me conta que não tinha o telemóvel comigo. Era provável que me tivesse caído numa das descidas. Qualquer pessoa sabe que nestes pequenos aparelhos o que mais valorizamos é a informação que contêm, não tanto o próprio telemóvel. E, de facto, o meu não é de grande valor. Pedi ao meu amigo para me acompanhar a ver se o encontrávamos, pois estava convencido que me teria caído numa daquelas encostas. Ele não fez muito boa cara, mas voltámos - a correr – ao lugar onde pensava que me tinha caído do bolso o telemóvel. Não será preciso dizer que neste percurso me recomendei a S. Josemaria para que nos ajudasse a encontrá-lo, enquanto apressávamos o ritmo da marcha para chegar quanto antes àquela zona. Chegados ao lugar onde terminava a encosta, retrocedemos para cima não mais de 15 metros, quando o meu amigo me disse olhando para o chão: - Olha está aqui. Então perguntei se tinha pedido para o encontrarmos. – Não, afirmou. Estava um bocado aborrecido por ter de voltar para trás e pela consequente perda de tempo. – Eu respondi-lhe que tinha pedido a S. Josemaria e que lhe estava muito grato por se tratar de um favor tão evidente neste começo do ano de 2007. Pensava que se perante o extravio de um telemóvel S. Josemaria respondia desta maneira, o que não faria perante as necessidades mais prementes ou urgentes – que afinal todos temos – como sejam as que se relacionam com uma vivência da fé mais forte, a intimidade com Jesus Cristo, o serviço à Igreja, as relações matrimoniais, o apostolado, a fidelidade à nossa vocação… Cada vez estou mais convencido de que apoiar-se na ajuda de S. Josemaria se revela com um esteio seguro para as nossas dificuldades.
José Manuel Liste Pérez, España
5 de Janeiro de 2007

Um pequeno favor, mas óbvio
Para executar um trabalho determinado, pus os meus dois anéis – de muita estima para mim – no bolso das calças. Depois, apenas encontrei ali um deles. O espanto foi grande, mas imediatamente me pus a procurar e a rezar a oração a S. Josemaria. No momento preciso em que terminava a oração, encontrei-o num sítio não muito visível. É um pequeno favor, mas óbvio, penso eu. Obrigado, Padre.
A. St., Alemanha
5 de Janeiro de 2007