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Aqui esteve, depois da passagem dos Pirenéus

30 Novembro 2011

Etiquetas: Passagem dos Pirinéus, Retiro
Uma placa no Paço episcopal de Pamplona lembra o primeiro retiro de S. Josemaria depois da Passagem dos Pirenéus

Capela do paço episcopal de Pamplona, onde S. Josemaria fez o primeiro retiro depois da passagem dos Pirenéus
Capela do paço episcopal de Pamplona, onde S. Josemaria fez o primeiro retiro depois da passagem dos Pirenéus
No dia 11 de Dezembro de 1937, S. Josemaria, que tinha conseguido atravessar os Pirenéus a pé, encontrava-se em San Sebastián. Dali foi a Zarautz, povoação costeira perto da capital de Guipuzcoa onde esteve com D. Marcelino Olaechea, bispo de Pamplona; este fez-lhe prometer que iria descansar uns dias no paço episcopal de Pamplona.

Chegou ali no dia 17 de dezembro à hora do pequeno-almoço e disse a D. Marcelino que ia com a intenção de fazer um retiro espiritual.

Uma placa situada sobre a janela da capela do Paço comemora esses dias:

Placa comemorativa do primeiro retiro de S. Josemaria depois da passagem dos Pirenéus
Placa comemorativa do primeiro retiro de S. Josemaria depois da passagem dos Pirenéus
“No mês de dezembro de 1937, depois de superar muitos sofrimentos e perigos durante a perseguição religiosa promovida nalgumas zonas do país, com a ajuda patente do Senhor e da sua Santíssima Mãe, S. Josemaria Escrivá de Balaguer esteve uns dias em retiro espiritual nesta Capela, acolhido pelo carinho paternal de D. Marcelino Olaechea, bispo de Pamplona. Nesses dias o Fundador do Opus Dei recebeu abundantes dons divinos que o conduziram a um transbordar de afectos para com a Sagrada Eucaristia, como o que menciona no ponto 438 de Caminho.

No citado ponto escreve: “Louco! - Bem te vi (julgavas-te só na capela episcopal) depor um beijo em cada cálice e em cada patena recém-consagrados; para que Ele o encontre, quando pela primeira vez "descer" a esses vasos eucarísticos”.

É que no dia 22 de dezembro, o Vigário tinha consagrado na capela do Paço os cálices que iam enviar aos sacerdotes castrenses. O Padre Josemaria verificou que ninguém andava por ali: “Fiquei uns momentos sozinho na capela, e depus um beijo em cada cálice e em cada patena, para que o meu Senhor o encontre pela primeira vez quando descer a estes vasos sagrados: Eram vinte e cinco”