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Um serviço à sociedade

2 Maio 2012

Etiquetas: Doença, Universidade, Profissão, doentes
Mais de 3 000 pessoas participaram na Missa celebrada ontem por D. Javier Echevarría, Grão-Chanceler, por ocasião do 50º aniversário da Clínica da Universidade de Navarra. A cerimónia realizou-se nas instalações do Complexo desportivo da Universidade e pôde ser acompanhada do exterior – através de um ecrã de grandes dimensões – e pela Internet.

Ciência e Calor humano
(Agência EFE) À cerimónia assistiram mais de três mil pessoas, entre elas a delegada do Governo em Navarra, Cármen Alba, o presidente da câmara de Pamplona, Enrique Maya, e o conselheiro de Educação do Governo regional, José Iribas, segundo um comunicado da Clínica.

Com o prelado do Opus Dei concelebraram a Eucaristia o vigário geral da Prelatura, Fernando Ocáriz; o vigário do Opus Dei em Espanha e vice-grão-chanceler da Universidade de Navarra, Ramón Herrando; o vigário do Opus Dei da Delegação de Pamplona, Rafael Salvador; e o diretor da Capelania da Clínica da Universidade de Navarra, Narciso Sánchez.

Na homilia, J. Echevarría recordou que o fundador do Opus Dei, Josemaria Escrivá, demonstrou “uma solicitude especial pelos doentes” e foi o principal impulsionador da Clínica.

Referiu-se também à fundação do Opus Dei, em 1928, como “caminho de santificação no trabalho profissional e nas circunstâncias quotidianas do cristão” e onde os seus membros, “por amor ao mundo, procuram dar o melhor que têm: a preparação científica, humanista e técnica, o desejo de serviço, a alegria da fé, a alegria de ter encontrado Jesus Cristo”.

E em relação à Clínica da Universidade de Navarra, J. Echevaría referiu que “tanto a ciência médica como o calor humano, num ambiente familiar, são importantes para aliviar a dor, sempre que seja possível”.

A Clínica, afirmou ainda, é “uma grande ‘fábrica’ de ciência e de santidade” contribuindo “significativamente” para a melhoria dos cuidados de saúde, além de ser “relevante” a sua importância para o futuro, já que os católicos, segundo o prelado, sentem-se chamados “a redescobrir os caminhos mais adequados para a nova evangelização da sociedade civil”, que terá de “superar velhos modelos de tecnicismos fechados ao espírito para se abrir plenamente ao serviço de cada homem e de todos os homens”.

Agência EFE, Pamplona, 29 de abril de 2012