São Josemaria Escrivá. Fundador do Opus Dei - Opus Dei: vida, obras e mensagem de São Josemaria Escrivá, fundador do Opus Dei. Fotos, Videos, Testemunhos do Brasil e Portugal. O que é Opus Dei: um caminho de santidade que coloca o trabalho e as circunstancias habituais no centro do encontro pessoal com Deus. http://www.pt.josemariaescriva.info/ <![CDATA[Falece Joaquín Navarro Valls]]> No século XX, assistimos à clarificação do papel do cristão comum na Igreja. Segundo Navarro Valls, num artigo publicado em L’Osservatore Romano, a contribuição de Josemaria Escrivá a essa nova consciência, desde que fundou o Opus Dei em 1928, foi imensa.

A palavra santidade é hoje uma palavra enigmática. O facto é em parte consequência da crise de modelos que caracteriza a nossa cultura. O herói tem o seu lugar na literatura, e o santo na penumbra inofensiva dos templos. Na vida, o mesmo é dizer, na nossa realidade mais próxima, ambos vivem apenas como sombras irreais, como protótipos mais próximos do mito do que de um modelo de quem se pode aprender ou que se pode imitar.

Provavelmente a noção de santidade, tal como a costumamos entender, chegou-nos primeiramente através das artes plásticas: a iconografia e a estatuária religiosa; em segundo lugar, através da literatura no género hagiográfico e apologético. Na realidade, nenhuma destas artes, parece-me, contribuíram para dar o real valor às vidas dos santos.

O santo – a santa – que aparece na maior parte da iconografia e da estatuária católica dá resposta sobretudo – e isso parece lógico – aos critérios do simbolismo plástico, que procura representar a personagem num momento paradigmático da sua existência. A arte – sobretudo a da época barroca – ignora o que é habitual, o quotidiano, que é precisamente o que ocupa a maior parte do tempo e das energias espirituais de uma pessoa, e concentra-se no episódico e grandioso, talvez também porque na arte o excepcional parece oferecer mais possibilidades expressivas do que o quotidiano.

Ainda que ser santo seja uma meta para todos os cristãos, não tem sido esse um pensamento comum nos escritos dos autores espirituais, pelo menos nos últimos dez ou doze séculos. E menos comum ainda é nesses autores a ideia de que as realidades que hoje chamamos ‘civis’, e que nos escritos espirituais são designadas como ‘mundo’ –isto é, tudo o que constitui a profissão, a família, as relações sociais, etc. –, não só podem ser palco da santidade, mas são de facto o meio, o instrumento e a matéria da santidade. Costumava-se afirmar que, ‘apesar’ das circunstâncias humanas, o ideal cristão era possível; mas que essas mesmas circunstâncias fossem precisamente o lugar e a ocasião do encontro com Deus , nem de longe, era tido em sincera consideração.

No século XX assistimos à clarificação do papel do cristão comum na Igreja. Um elemento fundamental dessa obra de clarificação é a consciência da sua chamada à plenitude da vida cristã ‘em e a partir’ das circunstâncias da sua vida, no contexto das suas actividades normais e correntes. Documentos decisivos do Concílio Vaticano II, que terminou em 1965, recolhem já essa ampliação da teologia do laicado. A contribuição de Josemaría Escrivá para essa nova consciência, desde que em 1928 fundou o Opus Dei, foi imensa.

A imagem plástica da santidade, tal como foi apresentada com frequência desde há muitos séculos, pode fazer-nos pensar que só as circunstâncias excepcionais são adequadas para enquadrar a vida do santo. Contudo, quando de verdade conhecemos um santo, quando a nossa própria vida se cruzou com a sua, temos de modificar essa ideia de santidade.

Temos de a mudar porque, possivelmente, àquela ideia de santidade lhe faltava realismo, consistência, proporção. Na contemplação daquelas imagens possivelmente havíamos procurado sinais extraordinários, e ao encontrá-los pode parecer-nos que a santidade radica fundamentalmente naquilo que era completamente diferente da ordem natural. Do facto de que a santidade tem a ver com Deus concluíamos, ao fim e ao cabo, que ela não tem nada a ver com a realidade material e com o humano.

Josemaría Escrivá, pelo contrário, faz-nos ver que o santo não se move num mundo de sombras e de aparências, mas neste nosso mundo de realidades humanas e concretas, em que há ‘algo de divino’ que ‘está já aí’ esperando que o homem o saiba encontrar. Esse mundo real é precisamente a matéria que se apresenta ao cristão para ser santo. A mesma matéria com a qual cada um de nós se tem de enfrentar diariamente na sua própria existência. E essa, por consequência, pode estar cheia, em todos os momentos, de transcendência divina.

Joaquín Navarro Valls, artigo publicado em L’Osservatore Romano

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<![CDATA[Santa Maria da Paz, um lugar de oração]]> Os restos sagrados de São Josemaria repousam em Roma, na Igreja de Santa Maria da Paz. São muitos os que ali vão para lhe pedir ajuda ou agradecer a sua intercessão.

O corpo de São Josemaria Escrivá repousa numa urna que está sob o altar da Igreja de Santa Maria da Paz. Milhões de pessoas em todo o mundo recorrem a São Josemaria para pedir a Deus nosso Senhor as mais variadas graças e favores. E são muitos os que se deslocam à Igreja Prelatícia para continuar a pedir ou para agradecer favores recebidos por sua intercessão.

A devoção de Mons. Escrivá a Nossa Senhora é a razão de ser da invocação desta Igreja e da imagem que a preside. A pintura, obra de Manuel Caballero, ficou à veneração dos fiéis no dia 18 de Dezembro de 1959.

O altar do templo situa-se sob um pequeno baldaquino, como acontece em muitas igrejas romanas. No vestíbulo de acesso encontra-se uma escultura da Virgem Maria, Mãe do Amor Formoso. No átrio vê-se a pia batismal onde foi batizado São Josemaria no dia 13 de Janeiro de 1902. Foi doada pelo Bispo e Cabido da Catedral de Barbastro, sua cidade natal.

Na cripta está enterrado o Beato Álvaro del Portillo (1914-1994), bispo e primeiro sucessor de São Josemaria à frente do Opus Dei.

Nessa mesma cripta está enterrada Carmen Escrivá, irmã do fundador; e enterrou-se, recentemente, a primeira numerária auxiliar do Opus Dei, Dora del Hoyo.

Aí se encontram também a Capela do Santíssimo e os confessionários. São Josemaria pregou com incansável desvelo a frequência dos sacramentos da Reconciliação e da Eucaristia, dádivas de Deus aos homens, seus filhos, e fonte de alegria e de verdadeira paz.

“Santa Maria é – assim a invoca a Igreja – a Rainha da paz. Por isso, quando se agitar a tua alma, o ambiente familiar ou profissional, a convivência na sociedade ou entre os povos, não cesses de aclamá-la com esse título: «Regina pacis, ora pro nobis!», Rainha da paz, rogai por nós! Experimentaste-o alguma vez, quando perdeste a tranquilidade?... – Surpreender-te-ás com a sua imediata eficácia” (São Josemaria Escrivá).



Horários, dados úteis e mapa de Roma

Santa Maria da Paz, Igreja Prelatícia do Opus Dei
Viale Bruno Buozzi, 75 – 00197 Roma
Telefone: 06-808961
Horário: Aberta das 8.30 às 20.25 (das 14.00 às 17.00, entrada pela Via di Villa Sacchetti, 36).


Missas: todos os dias às 8.30, às 12.00 (excepto durante a Semana Santa) e às 19.30*.

Durante a Semana Santa (desde o domingo de Ramos até ao domingo de Páscoa há apenas Missa às 8.30, exceto na Quinta-feira, Sexta-feira e Sábado Santos.

*A Missa das 19.30 é suprimida nos meses de Julho e Agosto.
Sexta-feira, 17 de julho de 2015 estará encerrada todo o dia e sábado, 18 desde as 9.30h até às 14h, para limpeza

Confissões: em italiano, inglês, castelhano, francês, alemão e português.

Se um grupo quiser avisar da sua chegada com antecedência ou se um sacerdote desejar celebrar a Santa Missa, pode telefonar.

Para aceder a Santa María da Paz, como acontece nas outras igrejas romanas, deve vestir respeitosamente: O costume local requer joelhos e ombros cobertos.

Telefones úteis
- Turismo da Cidade de Roma: 06-0606
- Aeroportos de Roma (Fiumicino e Ciampino): 06-65951 (central)
- Rádio -Táxis: 06-3570; 06-4994; 06-8822

Mapa para descarregar]]>
<![CDATA[Missas em honra de S. Josemaria]]> Este ano as celebrações eucarísticas que terão lugar em todo o mundo para comemorar a festa de São Josemaria poder-se-ão consultar na página web do Opus Dei de cada país. ]]> <![CDATA[O 26 de Junho de 1975, contado por D. Álvaro del Portillo]]> No dia 26 de Junho de 1975 Mons. Josemaria Escrivá faleceu repentinamente em Roma. No mês de Maio anterior havia realizado a sua última viagem a Espanha, onde recebera a medalha de ouro da cidade onde tinha nascido (Barbastro) e visitou o Santuário de Torreciudad cuja construção havia promovido e que estava prestes a ser inaugurado.

O seu falecimento encerrou a etapa fundacional do Opus Dei e deu início, usando palavras do seu sucessor, Mons. Álvaro del Portillo, à “etapa da continuidade e da fidelidade”. Mons. Álvaro del Portillo, foi testemunha privilegiada das suas últimas horas na terra.

”No dia 26 de Junho de 1975, o último dia da sua vida na terra, o Padre levantou-se à hora costumada. Ajudado pelo Pe. Javier Echevarría, celebrou a Missa de Nossa Senhora no oratório da Santíssima Trindade, às sete e cinquenta e três. Eu também celebrei a essa mesma hora, na sacristia maior, porque naquela manhã o nosso Fundador desejava ir com o Pe. Javier e comigo a Castelgandolfo, para despedir-se das suas filhas de Villa delle Rose, já que estávamos em vésperas de sair de Roma. Sentia-se bem fisicamente, e nada fazia prever o que aconteceria pouco depois. (…)

O Padre voltava de Villa delle Rose indubitavelmente cansado, mas sereno e contente. Atribuiu aquele mal-estar ao calor. (…) Às onze cinquenta e sete, entrámos na garagem de Vill Tevere. (…)

Cumprimentou Nosso Senhor no oratório da Santíssima Trindade e, como de costume, fez uma genuflexão pausada, devota, acompanhada de um acto de amor. A seguir, subimos até o meu escritório, que era o quarto onde habitualmente trabalhávamos, e, poucos segundos depois de ter passado a porta, chamou: Javi! O Pe. Javier Echevarría tinha ficado para trás, a fim de fechar a porta do elevador, e o nosso Padre repetiu com mais força: Javi!; e depois, em voz mais fraca: Não me sinto bem. Imediatamente caiu no chão.

Para nós, era sem dúvida uma morte repentina; para o nosso Fundador, pelo contrário, foi algo que vinha amadurecendo – atrevo-me a dizê-lo – mais na sua alma do que no seu corpo, porque cada dia era maior a frequência com que oferecia a sua vida pela Igreja e pelo Papa.

Estou convencido de que o Padre pressentia a sua morte. Nos seus últimos anos, repetia frequentemente que estava a mais na terra e que, do Céu, poderia ajudar-nos muito melhor. Ouvi-lo falar assim – naquele seu tom forte, sincero, humilde – enchia-nos de dor, porque, enquanto ele pensava que era um peso, para nós era um tesouro insubstituível. (…)

Em todos os países, os meios de comunicação social passaram a difundir a notícia com respeito e veneração: era o reflexo da impressão colhida directamente dos jornalistas que acorreram imediatamente a Villa Tevere. Nos dias sucessivos, foram aparecendo numerosíssimos artigos e programas de rádio e televisão, em que se destacava a importância da obra do nosso Fundador na vida da Igreja; a sua fama de santidade tornava-se ainda mais patente com a sua morte.

Consolou-me muito receber a afectuosa resposta do Santo Padre Paulo VI à notícia que eu lhe enviara como Secretário-Geral da Obra. Por meio de Mons. Benelli, o Papa exprimia as suas condolências e dizia-nos que também ele rezava permanecendo espiritualmente ao lado do corpo de “um filho tão fiel” à Santa Madre Igreja e ao Vigário de Cristo.
Antes do funeral público, chegou a Villa Tevere um telegrama da Sé Apostólica. O Romano Pontífice renovava as suas condolências, assegurava que estava oferecendo sufrágios pela alma do nosso Fundador e confirmava a sua persuasão de que era uma eleita e predilecta de Deus; concluía, concedendo a Bênção Apostólica a toda a Obra. Como de costume, o telegrama era assinado pelo Cardeal Secretário de Estado, que se unia de todo o coração à nossa dor e aos sentimentos de Paulo VI, o qual desejava fazer-nos chegar quanto antes aquelas linhas.

Chegaram à sede central do Opus Dei milhares de telegramas e cartas dos cinco continentes; além das expressões da mais sentida dor, reflectiam concordantemente a convicção de que tinha morrido um santo, um dos grandes fundadores suscitados na Igreja pelo Espírito Santo.”

Publicado em: Federico M. Requena e Javier Sesé, Fuentes para la historia del Opus Dei, Barcelona, Ariel, 2002, p.150-152

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<![CDATA[Supera-te todos os dias]]> Breve video de S. Josemaria em que anima a não ter vergonha de ser "un pobre vaso de barro", com defeitos, mas lutaremos toda a vida para não os ter, até ao fim. Isso é amor". ]]> <![CDATA[Uma vontade que todos sentimos]]> Vídeo. Um senhor pregunta a S. Josemaria: "ao chegar o fim da tarde sentimos ao mesmo tempo a vontade de continuar a trabalhar ou ir para casa. O que nos recomenda?" ]]> <![CDATA[S. Josemaria é admirável]]> Ajuda-me em todas as dificuldades com que me deparo na vida. Graças a ele os momentos difíceis tornam-se mais fáceis. Basta mencionar carinhosamente que me ajudou a encontrar trabalho e a superar uma depressão grave. Conheci pessoas que me animaram. Graças a essas orações fiquei a saber que as coisas não são irremediavelmente más… Confiemos em Deus e nos seus servos que estão no céu, e tudo se resolverá! Rezemos e tudo nos será outorgado.]]> <![CDATA[Um amendoim]]> Um bisneto da minha irmã, com dois anos de idade, engoliu um amendoim o qual se alojou no pulmão. Esteve internado uma semana num hospital universitário de uma cidade na Alemanha onde a família vivia. Aí não conseguiram tirá-lo.
Entretanto, eu pedia a S. Josemaria que intercedesse junto do Senhor e da sua Santíssima Mãe, para que se salvasse.
Poucos dias mais tarde transferiram-no para um hospital de Berlim. No dia 11 de fevereiro do ano passado, festa de Nossa Senhora de Lourdes, extirparam o amendoim, e a criança não ficou com quaisquer sequelas. Agradeço a S. Josemaria este pequeno e grande favor.
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<![CDATA[22.7.1932]]> Recolhe por escrito: “Tem confiança com o teu Anjo da Guarda. – Trata-o como amigo íntimo – é-o efetivamente – e ele saberá prestar-te mil [...]]]> <![CDATA[Vida de Fé]]> Quando lhe pedem que ensine a ter mais fé, S. Josemaria recorre ao Evangelho e convida a descobri-lo.]]> <![CDATA[Conta Twitter dedicada a São Josemaria ]]> Tweets by Sao_Josemaria ]]>