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Testemunhos

É preciso unir, é preciso compreender, é preciso desculpar

Yuri A. Simonov, director do Instituto de Física Teórica e Experimental, Moscovo, Rússia

1 Janeiro 2009

Josemaria Escrivá lança o apelo a que sejamos santos e exemplares. Em contraponto com algumas tendências do cristianismo, especialmente fortes na Idade Média, Josemaria Escrivá, que sobreviveu a uma guerra civil e viu com os seus próprios olhos pessoas a morrerem, sempre pediu a paz. Ele dizia: É preciso unir, é preciso compreender, é preciso desculpar. Não levantes nunca uma cruz apenas para recordar que uns mataram outros. Seria o estandarte do diabo. A Cruz de Cristo é manter-se em silêncio, perdoar e rezar por ambas as partes, de modo a que todos possam conseguir a paz. Todos devemos lutar pela paz. Por isso a urgência de acolher as pessoas sob a protecção da Cruz. Penso que isto é muito importante, sobretudo no nosso tempo, especialmente no nosso país.

Ser cristão em todos os momentos

Padre Alexandr Men, Rússia Primavera de 1980

1 Janeiro 2009

Escrivá diz que ser cristão não significa viver como um fariseu, um pequeno burguês ou como um pagão, e nos Domingos ir a um determinado lugar a uma hora fixa para experimentar uma elevação espiritual. Um cristão é um cristão em qualquer momento, todos os dias, nas circunstâncias mais comuns, fazendo as coisas mais comuns.

Nos momentos de prova

John Perrotet, Sidney, Austrália

1 Janeiro 2009

O exemplo da constante visão sobrenatural de São Josemaría foi muito importante para nós nos momentos de prova. Do ponto de vista económico foram muitos, mas o Senhor sabe até onde aperta para não perdermos a nossa confiança n’Ele. Talvez o nosso maior desafio tenha sido a perda de um dos nossos filhos. Pouco depois de sabermos que Anne estava grávida, descobriu-se que Joseph tinha uma malformação congénita que tornava impossível a sua sobrevivência. Com muita graça de Deus, oferecemos o nosso bebé a Jesus no mesmo dia em que nasceu. Nosso Senhor deu-nos uma grande serenidade nessa temporada, e por fim o presente de termos um filho no Céu.

Da Indonésia

Uma devoção universal

1 Janeiro 2009

Poucos dias antes do Natal estive na Indonésia a fim de participar na festa dos oitenta anos da minha Mãe. A celebração da sua longa vida foi como que um ‘retiro espiritual familiar’, com Missa, palestras de um sacerdote, cânticos, e orações durante dois dias. O local em que se realizou este ‘retiro’ foi uma casa de retiros, com capela e tudo, no meio de montanhas. Causou-me grande alegria ver que, durante estes anos de ausência, não sei bem como nem quando, muitas pessoas da minha família são agora católicas: primos e suas famílias inteiras, cunhados das minhas irmãs, etc. Nesse mesmo local conheci também um sacerdote polaco já idoso, missionário do Verbo Divino, que vive desde há 42 anos na Indonésia. Nutria uma grande admiração por São Josemaria e pelo Opus Dei, mas nunca tinha tido oportunidade de conhecer alguém do Opus Dei, porque vive num lugar recôndito, do Leste da Indonésia, num local perdido onde nem sequer há boas comunicações telefónicas, e por isso nem ligação à Internet, nem nada. Fez-me muitas perguntas sobre o Opus Dei. Depois, deu-me alguns exemplares de pequenos livros que escreveu, em Bahasa Indonésia (a língua daquela região), sobre Nossa Senhora, o Sagrado Coração de Jesus, os anjos, orações, etc. Quando comecei a lê-los deparei com muitas frases e citações tiradas de Caminho (Jalan, em Bahasa).

Optimista até à medula

Alexandr Zorin, poeta e membro da União Russa de Escritores, Rússia

1 Janeiro 2009

Escrivá rejeita o cliché segundo o qual a vida de família e o trabalho são duas esferas que se excluem mutuamente, de que supostamente saímos esgotados, como limões espremidos. Optimista até à medula, este autor de best-sellers cheios de lições úteis, recordou-nos no século XX que a vida pública e privada se pode transformar num serviço e defende com a sua doutrina os valores mais elevados na nossa caminhada para a vida eterna. Não é mera casualidade que a Obra tenha milhares de membros por todo o mundo.

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Senti o coração estremecer

Pe. Masahuru Muraoka, sacerdote, Nagasáqui, Japão

1 Janeiro 2009

Já tinha trinta anos de sacerdócio quando em 1980 me destinaram a uma paróquia de Nagasáqui. Um pároco amigo não tardou em apresentar-me a um sacerdote do Opus Dei. Encontrámo-nos várias vezes. Quando comecei a ler as obras de Josemaria Escrivá, entusiasmei-me. Provocaram em mim um impacto refrescante. Recordo que, quando li que cada um de nós tinha de ser “santo de altar”, senti o coração estremecer. Porque, embora sempre tivesse visto com clareza que tinha de ser santo, para ser “santo de altar” tinha que exigir muito mais de mim. Quando contei ao cardeal o meu encontro com o Opus Dei e o bem que me estava a fazer a meditação de Caminho, disse-me que já conhecia o livro e o Opus Dei, desde a sua estada em Roma.

Isto foi escrito a pensar em ti e em mim

Chelita Amato de Oliveira, advogada, Uruguai

1 Janeiro 2009

Num dia chuvoso, a correr atrás de um táxi para ir ao hospital a fim de estar com o pai que se encontrava em fase terminal, um vizinho deu-lhe uma estampa de S. Josemaria. Com o passar dos anos, dar-se-ia conta de que o seu trabalho, o do marido, os filhos e a vida cristã eram uma e mesma coisa.

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Um porto seguro para o nosso lar

Yoko Kohno, Nishinomiya, Japão

1 Janeiro 2009

No Natal de 1964 recebi o Baptismo. Passado algum tempo, através de uma amiga, a minha sogra e eu aproximámo-nos do Opus Dei. Recém baptizada e iniciando-me na minha vida de casada, os ensinamentos de São Josemaria tornaram-se sumamente valiosos e recebia-os com agradecimento: tudo era novidade para mim.

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Fazer o que devo e estar no que faço

Leticia Greco, professora e mãe de família, Argentina

1 Janeiro 2009

Como professora e mãe de família numerosa, a minha vida é um entramado feito de lutas aparentemente insignificantes e de pequenas vitórias; um suceder de dias em que não há lugar para o tédio, ainda que muitas vezes se sinta a fadiga.

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Directora da empresa familiar

Cecília Royals, EUA, Presidente do NIW (Instituto Nacional da Mulher), mãe de família, Estados Unidos

1 Janeiro 2009

Casada e mãe de 8 filhos, dois deles com síndrome de Down. Presidente do NIW (Instituto Nacional da Mulher). Participou em conferências das Nações Unidas e falou perante o Departamento de Relações Internacionais do Senado dos EUA e em Comissões do Congresso. Toma parte e intervém em numerosas Conferências Internacionais sobre a Mulher, Família, Educação e Sociedade.

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