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Testemunhos

Não podia permanecer passivo

James Burfitt, professor. Sidney, Austrália

1 Janeiro 2009

Nasci numa família católica e, embora tivesse conhecido o Opus Dei quando era novo, nunca me cheguei a interessar demasiado. Já tinha começado a trabalhar quando, graças a um dos meus irmãos, fiz um retiro espiritual. Comecei a frequentar umas aulas de formação cristã e redescobri a possibilidade de manter uma vida de intimidade com Deus. Dei-me conta de que Deus me tinha dado muito e que eu tinha de responder. O meu mestre foi S. Josemaria. Ao ler os seus livros parecia-me que eles eram dirigidos a mim, e fui descobrindo que não podia permanecer passivo. Comecei a desejar amar a Deus apaixonadamente e descobri a minha vocação para o Opus Dei. Actualmente sou, em primeiro lugar, marido e pai de família. Depois, professor.

Padre, sou hebreu…

Roberto Ackerman, Venezuela

1 Janeiro 2009

“Assistiu a um dos encontros multitudinários que, em Fevereiro de 1975, Josemaria Escrivá teve na Venezuela. Trinta anos depois recorda: “Um amigo da Obra convidou-me para ir conhecer o ‘Padre’ [São Josemaria]. Eu tinha uma curiosidade sã de o conhecer; agora trago uma estampa do fundador do Opus Dei comigo, e de vez em quando falo com ele. Não lhe rezo, porque não pratico a mesma religião, mas penso que ele deve estar no mesmo Céu com o Pai Deus”.

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Trabalho a tempo inteiro

Gennevieve McCaughan, Sydney, Austrália

1 Janeiro 2009

Estamos casados há mais de 20 anos e temos 10 filhos. O meu principal trabalho durante este tempo tem sido a educação dos filhos. Num país como a Austrália, onde quase não existe serviço doméstico, este meu trabalho é realmente o que se chama “a tempo inteiro”.

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Cada camisa passada a ferro tem um nome

Martine Liminski, Alemanha

1 Janeiro 2009

No meu trabalho diário em casa, cada camisola ou camisa passada a ferro tem um nome, o do dono. Cada prato que preparo com dedicação, reúne pessoas concretas à volta da mesa, e estes pequenos trabalhos feitos com amor, são orações intensas por eles.

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Sem alterar nada, mudou tudo

Gustavo Calvo, Cavaleiro, arquitecto e pintor, Uruguai

1 Janeiro 2009

O fascinante mundo dos cavalos levou-me a dedicar muitos anos - comecei aos 10 anos - a actividades hípicas em geral: adestramento de cavalos e participação em concursos hípicos nacionais e internacionais nas três disciplinas olímpicas (adestramento, prova de obstáculos e prova completa), além do ensino e preparação de cavaleiros para competições.

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Nicolás nasceu com sindroma de Down

Socorro Ache de Viana, dona de casa

1 Janeiro 2009

Somos uma família numerosa com doze filhos, quatro raparigas e oito rapazes. Tivemos a sorte de o meu marido e eu conhecermos a Obra quando éramos noivos, e depois de nos casarmos fomos passar a lua-de-mel a Roma. Aí estivemos com D. Álvaro del Portillo, o primeiro sucessor de Mons. Escrivá, e ele disse-nos que oxalá Deus nos abençoasse com uma coroa de filhos.

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Aceitar com alegria a deficiência do meu filho

Ann Jose Varavukala, mãe de um filho com autismo, Nova Deli, Índia

1 Janeiro 2009

Conhecer Josemaria Escrivá ajudou-me a ter uma fé mais clarividente. Assistir aos meios de formação que a Prelatura do Opus Dei proporciona consolou-me muito ao fazer-me entender mais profundamente as graças que recebemos nos sacramentos da Penitência e da Comunhão. Vejo em Maria, nossa Mãe, e na comunhão dos Santos uma ajuda que desconhecia. Tudo isto me levou a aceitar com alegria a deficiência do meu filho que aceitei como um presente de Deus.

Monserrat Caballé, Soprano, Espanha

Deus está junto de nós continuamente

1 Janeiro 2009

A minha vida não teria sentido sem o canto, sem a arte. Sem este dom de exprimir de maneira excepcional, privilegiada, o amor, a bondade, o patriotismo, os meus sentimentos mais íntimos, mais nobres, mais elevados. Poder partilhar esses sentimentos com os outros é a minha maior satisfação.

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Um pequeno livro que trago sempre comigo

Emily Mwangi, Quénia

1 Janeiro 2009

Conheci o Opus Dei em Kibondeni College, onde me sentia feliz e estudava com verdadeiro entusiasmo. Durante a minha estadia nessa Escola obtive o diploma nacional em Hotelaria. Agora reparo que além dos aspectos profissionais, recebi uma formação cultural e cristã de alta qualidade, que não só me ajuda a mim a portar-me bem e honestamente, mas também aqueles que tenho à minha volta.

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Finalmente sou feliz

Irina Sapronova, professora de russo na Universidade Nacional do Cazaquistão

1 Janeiro 2009

Pertenço à geração que viveu a infância, a juventude e a primeira maturidade entre os anos 60 e 90, durante a época da União Soviética.

É muito importante, para compreender a minha geração (e não só a minha), afirmar que nos tinham tirado a possibilidade de conhecer a Deus, de estar com Ele, de acreditar n’Ele.

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