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Testemunhos

Criança. Doente. O eco de um ponto de "Caminho"

Rosa Vallès

17 Março 2009

«Criança. - Doente. - Ao escrever estas palavras, não sentis a tentação de as pôr com maiúscula? É que, para uma alma enamorada, as crianças e os doentes são Ele». S. Josemaria anotou estas palavras há setenta e cinco anos - no dia 11 de Março de 1932 – e ficaram registadas no ponto 419 de Caminho. Quando S. Josemaria escreve este ponto tem por detrás a experiência espiritual do seu trabalho como capelão do Patronato dos Doentes que implicava uma convivência contínua com crianças, pobres e doentes. Como explica Pedro Rodríguez na edição crítico-histórica de Caminho “é patente que o pano de fundo deste ponto é o próprio Evangelho: a predilecção de Jesus pelas crianças e pelos doentes”.

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Nunca tinha assistido a nada de parecido em toda a minha vida

Julius Ogallo, Engenheiro mecânico, Nairobi, Quénia

22 Fevereiro 2009

Um amigo meu convidou-me a ir uma recolecção de manhã. Nunca tinha assistido a nada de parecido em toda a minha vida... Comecei a ler o Evangelho e a fazer oração com Caminho. Era um mundo totalmente diferente. Uma das ideias que me impressionaram foi o conselho de os leigos lerem o Novo Testamento. (...) Agora vejo que a razão que dá S. Josemaria tem muita razão de ser: trata-se de ter uma imagem clara de Nosso Senhor, e podermos imaginar o que faria nas diversas circunstâncias da nossa vida. Na carta apostólica Novo millenio ineunte lê-se: “Os caminhos da santidade são pessoais e exigem uma pedagogia da santidade verdadeira e própria, que seja capaz de se adaptar aos ritmos de cada pessoa”. É precisamente isso que encontrei nos meios de formação que o Opus Dei proporciona.

Escolher a pessoa certa

John Perrottet, empresário, Sidney, Austrália

13 Fevereiro 2009

Um simples facto em que muita gente não pensa é que uma das chaves do êxito no casamento, é escolher a pessoa certa. Os ensinamentos de Josemaria Escrivá levaram-me a tomar esta responsabilidade muito a sério. Vivi em Warrane College quando era estudante universitário e pude relacionar-me com um bom grupo de pessoas. Alegra-me muito dizer que, graças à ajuda de São José, encontrei uma mulher encantadora, Anne. Temos agora doze filhos, com idades compreendidas entre os 3 e os 21 anos. Eles são o meu maior tesouro na terra e nunca pensei que seria possível, se não fosse São Josemaría. É o resultado dos seus ensinamentos sobre a “vocação matrimonial” e a generosidade para com Nosso Senhor na transmissão da vida.

Entregar a vida é uma coisa admirável

P.e Armando Lasanta, pároco de Alberite, La Rioja, Espanha

13 Fevereiro 2009

Graças aos meios de formação que recebo, fui ganhando um amor cada vez maior à Igreja, ao Papa e ao magistério. Comove-me ver a grande fidelidade do Papa a Jesus Cristo. Fez-me um imenso bem o exemplo do fundador do Opus Dei que dizia sempre: em primeiro lugar, as normas de piedade, a relação com o Senhor através da oração, a celebração da Santa Missa, cuidar dos pequenos pormenores no relacionamento com as pessoas, a assistência aos enfermos... Aprendi com ele a importância de estar sempre alegre, de transmitir optimismo, de ser positivo no meio das contrariedades da vida. “Tudo é para bem”, dizia, e ele próprio era um mestre de bom humor.

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A mensagem social da Igreja tornar-se-á credível pelo testemunho das obras

P.e Enrique Colom, Professor Ordinário de Teologia Moral (Justiça e Doutrina Social) na Universidade Pontifícia da Santa Cruz, Roma

8 Fevereiro 2009

Conheceu São Josemaria em Outubro de 1960, poucos meses depois de ter pedido a admissão no Opus Dei. Desde então até 1971 participou, quase todos os anos, num ou noutro encontro com o Fundador quando este ia a Espanha.

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Mostrou-me que, na Igreja Católica, há liberdade

Rolf Herold, Professor de Física e de Matemática, Forchheim, Alemanha

7 Fevereiro 2009

Escrivá mostrou-me algo em que nunca tinha acreditado, que na Igreja Católica há liberdade. O que eu pensava anteriormente da Igreja católica correspondia a estereótipos comuns: coacção, vistas estreitas, “deves fazer”… Através dos escritos de Escrivá e também de vídeos de reuniões com ele, entendi o que depois vi: o amor à liberdade que está subjacente às suas palavras. Escrivá amava a liberdade do modo como Deus a ama.

Dei um aperto de mão a um santo

Guillermo Perkins, professor de Política Empresarial do IAE, Escola de Negócios da Universidade Austral, Argentina

6 Fevereiro 2009

Foi em Junho de 1974 que dei um aperto de mão a S. Josemaria Escrivá. Conheci-o pessoalmente na Argentina. O segundo encontro deu-se nada mais nada menos que na Praça de São Pedro no dia 6 de Outubro de 2002 quando o Papa o proclamou santo.

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Cardeal Herranz, presidente emérito do Conselho Pontifício para os Textos Legislativos, Roma, Itália

Para ser mais é preciso ser melhores

1 Fevereiro 2009

“Rebeldes”. É assim que o cardeal Julián Herranz define o Papa João Paulo II e o fundador do Opus Dei, São Josemaria Escrivá.

O purpurado, nascido em Baena, Espanha, em 1930, presidente da Comissão Disciplinar da Cúria Romana e presidente emérito do Conselho Pontifício para os Textos Legislativos, comenta com Zenit o seu recente livro “En las afueras de Jericó: recuerdos de los años con San Josemaría y Juan Pablo II» («Nos arredores de Jericó: recordações dos anos com São Josemaría e João Paulo II” (Editora Rialp ), no qual revive os anos com o fundador do Opus Dei, São Josemaria Escrivá, e o seu trabalho na Santa Sé ao serviço de João XXIII, Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II e Bento XVI.

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Josemaría foi um vulcão de amor de Deus

Marlies Kücking, Roma

1 Fevereiro 2009

Entrevista a Marlies Kücking publicada na revista Mundo Cristiano. Conheceu o Beato Josemaría em 1957 em Colónia e trabalhou vários anos junto do fundador do Opus Dei em Roma. Desde 1964, faz parte do governo central da Prelatura.

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Termina ao menos algum dos teus projectos

William Keenan, escritor, jornalista de investigação e crítico de televisão, Inglaterra

29 Janeiro 2009

A primeira vez que entrei em contacto com o Opus Dei foi quando um médico da minha paróquia começou a organizar umas reuniões em sua casa. Um dia convidou um sacerdote do Opus Dei para dar uma palestra e pareceu-me fascinante a ideia de procurar a santificação nas actividades normais do dia a dia.

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