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Testemunhos

Monserrat Caballé, Soprano, Espanha

Deus está junto de nós continuamente

1 Janeiro 2009

A minha vida não teria sentido sem o canto, sem a arte. Sem este dom de exprimir de maneira excepcional, privilegiada, o amor, a bondade, o patriotismo, os meus sentimentos mais íntimos, mais nobres, mais elevados. Poder partilhar esses sentimentos com os outros é a minha maior satisfação.

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Um pequeno livro que trago sempre comigo

Emily Mwangi, Quénia

1 Janeiro 2009

Conheci o Opus Dei em Kibondeni College, onde me sentia feliz e estudava com verdadeiro entusiasmo. Durante a minha estadia nessa Escola obtive o diploma nacional em Hotelaria. Agora reparo que além dos aspectos profissionais, recebi uma formação cultural e cristã de alta qualidade, que não só me ajuda a mim a portar-me bem e honestamente, mas também aqueles que tenho à minha volta.

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Nos momentos de prova

John Perrotet, Sidney, Austrália

1 Janeiro 2009

O exemplo da constante visão sobrenatural de São Josemaría foi muito importante para nós nos momentos de prova. Do ponto de vista económico foram muitos, mas o Senhor sabe até onde aperta para não perdermos a nossa confiança n’Ele. Talvez o nosso maior desafio tenha sido a perda de um dos nossos filhos. Pouco depois de sabermos que Anne estava grávida, descobriu-se que Joseph tinha uma malformação congénita que tornava impossível a sua sobrevivência. Com muita graça de Deus, oferecemos o nosso bebé a Jesus no mesmo dia em que nasceu. Nosso Senhor deu-nos uma grande serenidade nessa temporada, e por fim o presente de termos um filho no Céu.

Directora da empresa familiar

Cecília Royals, EUA, Presidente do NIW (Instituto Nacional da Mulher), mãe de família, Estados Unidos

1 Janeiro 2009

Casada e mãe de 8 filhos, dois deles com síndrome de Down. Presidente do NIW (Instituto Nacional da Mulher). Participou em conferências das Nações Unidas e falou perante o Departamento de Relações Internacionais do Senado dos EUA e em Comissões do Congresso. Toma parte e intervém em numerosas Conferências Internacionais sobre a Mulher, Família, Educação e Sociedade.

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Senti o coração estremecer

Pe. Masahuru Muraoka, sacerdote, Nagasáqui, Japão

1 Janeiro 2009

Já tinha trinta anos de sacerdócio quando em 1980 me destinaram a uma paróquia de Nagasáqui. Um pároco amigo não tardou em apresentar-me a um sacerdote do Opus Dei. Encontrámo-nos várias vezes. Quando comecei a ler as obras de Josemaria Escrivá, entusiasmei-me. Provocaram em mim um impacto refrescante. Recordo que, quando li que cada um de nós tinha de ser “santo de altar”, senti o coração estremecer. Porque, embora sempre tivesse visto com clareza que tinha de ser santo, para ser “santo de altar” tinha que exigir muito mais de mim. Quando contei ao cardeal o meu encontro com o Opus Dei e o bem que me estava a fazer a meditação de Caminho, disse-me que já conhecia o livro e o Opus Dei, desde a sua estada em Roma.

Sem alterar nada, mudou tudo

Gustavo Calvo, Cavaleiro, arquitecto e pintor, Uruguai

1 Janeiro 2009

O fascinante mundo dos cavalos levou-me a dedicar muitos anos - comecei aos 10 anos - a actividades hípicas em geral: adestramento de cavalos e participação em concursos hípicos nacionais e internacionais nas três disciplinas olímpicas (adestramento, prova de obstáculos e prova completa), além do ensino e preparação de cavaleiros para competições.

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Padre, sou hebreu…

Roberto Ackerman, Venezuela

1 Janeiro 2009

“Assistiu a um dos encontros multitudinários que, em Fevereiro de 1975, Josemaria Escrivá teve na Venezuela. Trinta anos depois recorda: “Um amigo da Obra convidou-me para ir conhecer o ‘Padre’ [São Josemaria]. Eu tinha uma curiosidade sã de o conhecer; agora trago uma estampa do fundador do Opus Dei comigo, e de vez em quando falo com ele. Não lhe rezo, porque não pratico a mesma religião, mas penso que ele deve estar no mesmo Céu com o Pai Deus”.

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Isto foi escrito a pensar em ti e em mim

Chelita Amato de Oliveira, advogada, Uruguai

1 Janeiro 2009

Num dia chuvoso, a correr atrás de um táxi para ir ao hospital a fim de estar com o pai que se encontrava em fase terminal, um vizinho deu-lhe uma estampa de S. Josemaria. Com o passar dos anos, dar-se-ia conta de que o seu trabalho, o do marido, os filhos e a vida cristã eram uma e mesma coisa.

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A nossa família passou por momentos muito difíceis

Mary Bernardette Odero, Nairobi, Quénia

1 Janeiro 2009

Sou professora, embora atualmente trabalhe como agente de viagens numa das principais companhias aéreas de Nairobi. No Quénia, onde as mães, inclusivamente com filhos pequenos, têm de trabalhar o dia todo para cobrir as despesas do mês, muitas famílias sofrem com isso. Não podem planear a sua vida em função de ficar em casa para cuidar dos filhos. Nós não éramos alheios a este problema social. No nosso caso, a solução foi procurar ajuda doméstica e trabalhar o dia todo.

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Descobri em que consiste a aventura da família

Peter Prünte, Alemanha

1 Janeiro 2009

Há uns anos atrás, tinha um conceito naturalista da família. Nem sequer punha o problema de formar uma, e não conseguia meter essa realidade na minha vida, nem como possibilidade pessoal, nem como instituição.

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