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Testemunhos

Conheci um homem que sabia amar

Marlies Kücking, filóloga, Alemanha

1 Janeiro 2009

Nos 27 anos que decorreram desde o seu dies natalis, a 26 de Junho de 1975, muitas pessoas se terão interrogado sobre o “segredo” da sua vida: por que atraía tanto? Por que despertava nas pessoas que o escutavam, que liam e lêem os seus escritos, desejos de corresponder a Deus, de tratá-lo como um Pai, um Amigo, o Amor…, de lhe aproximar almas? Só há uma resposta – continua Marlies Kücking – Josemaria Escrivá atraía, certamente, pela sua forte personalidade que tinha sem dúvida, mas muito mais pelo amor de Deus que enchia a sua vida”.

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Dei-me conta de que Deus não se deixa ganhar em generosidade

Álvaro Vidal, responsável pelo departamento informático num armazém de revenda, Argentina

1 Janeiro 2009

Trabalho num armazém de revenda, e tenho a meu cargo a parte de contabilidade e tesouraria; ao mesmo tempo sou pai de família: tenho 10 filhos, sete raparigas e três rapazes, e sou casado há 25 anos. A minha filha mais velha é casada, e já tenho um neto, e o mais pequeno dos meus filhos tem cinco anos. Tenho também bastantes irmãos, 11 homens – uma equipa completa de futebol, todos de Peñarol – e a minha mulher.

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Peter Berglar

“Professor, o senhor acredita que Deus é o Senhor da História?”

1 Janeiro 2009

Peter Berglar, Professor titular de História Moderna na Universidade de Colónia, Alemanha

Peter Berglar, professor de História Moderna e Contemporânea é bem conhecido pelas suas biografias. Quase todas as personagens de P. Berglar são personalidades chave na História: homens e mulheres que viveram em tempos de mudança e tinham consciência disso. No final da vida escreveu biografias de três santos que foram figuras carismáticas na Igreja: São Pedro, Tomás Moro e São Josemaria. Foi assim que relatou como conheceu Josemaria Escrivá.

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Mons. Flavio Capucci, Postulador da Causa de canonização

Como um pai

1 Janeiro 2009

Dou graças a Deus e a D. Álvaro del Portillo, que me encarregou deste trabalho, pelo privilégio de ter vivido estes anos tão próximo de uma pessoa a quem considero como um pai para mim. Conhecer tão profundamente a sua existência e o seu pensamento abriu-me horizontes, encheu-me de esperança, estimulou-me, em cada dia destes 25 anos.

Eu também podia chegar a ser santo

Roger Bissonnette, condutor de autocarros escolares. Quebeque, Canadá

1 Janeiro 2009

Eu praticava a fé, ia à Missa todos os domingos mas nunca me passou pela cabeça que pudesse procurar a santidade. Isso, pensava, é só para sacerdotes e religiosos. Mas quando a minha mulher me deu a ler algumas das homilias de São Josemaría, descobri que eu também podia chegar a ser santo. Foi uma grande novidade.

Para conhecer a verdade sobre si mesmo

Marta Brancatisano, escritora, Roma, Itália

1 Janeiro 2009

Josemaria Escrivá escreveu muito, desde muito novo, mas sem qualquer pretensão de tipo profissional. O início é marcado pelas catarinas, breves pensamentos passados para o papel com o objectivo de serem manifestação de uma experiência interior. Não há apuramento estilístico, nem auto-complacência: têm o estilo de um diário; o pensamento expande-se instantâneo, despojado, verdadeiro, como quem procura em si mesmo uma linha que o leve a conhecer – em Deus – a verdade sobre si mesmo. O resultado é um impacto forte no leitor.

Cuidou sempre de mim de um modo muito paternal

John Anthony Henry, Médico, Londres, Grã-Bretanha

1 Janeiro 2009

Conheci São Josemaria durante as suas estadias em Inglaterra nos verões de 1960, 1961 e 1962, pouco depois de pedir a admissão no Opus Dei. Mais tarde, vi-o numa breve viagem que fiz a Roma, a seu convite, por eu ter adoecido. Nestas ocasiões, impressionou-me o modo como sempre dava respostas claras e que elas ajudavam muito a quem quer que fizesse essas perguntas. A resposta que mais me impressionou foi a que deu à pessoa que lhe perguntou: “Qual é a coisa mais difícil que Nosso Senhor nos pede?” E a resposta, dada quase instantaneamente sem fazer dar tempo para pensar, foi: “Amar a todos por igual, sem excepção”. Sendo muito dinâmico, era também muito carinhoso e cheio de atenções. Cuidou sempre de mim de um modo muito paternal.

A sua voz chegava à alma

Inés Dorronsoro, médica, Pamplona, Espanha

1 Janeiro 2009

O meu primeiro encontro com o Fundador do Opus Dei foi no ano de 1960. Eu estava a começar o segundo ano de Medicina. Mais que a sua pessoa, recordo, numa homilia da catedral de Pamplona, a sua voz cálida e vigorosa, que chegava à alma e levava a propósitos de compromisso cristão.

Voltar a começar

Virgínia McGough, dona de casa, Cheshire, Grã Bretanha

1 Janeiro 2009

O aspecto dos ensinamentos de São Josemaria que teve mais repercussão na minha vida foi a filiação divina. Saber que sou uma filha amadíssima de Deus, e que tudo o que acontece na minha vida foi querido ou permitido por Ele, dá-me uma segurança maravilhosa, uma grande paz. É claro que algumas vezes (muitas, para ser franca) perco essa paz. Fico nervosa e acabo por gritar com os meus filhos. Mas é então que os ensinamentos de Josemaria Escrivá sobre a importância de rectificar, de voltar ao nosso Pai Deus com a confiança de uma criança que sabe que o seu pai está ansioso que peça perdão para que tudo fique a bem, são maravilhosos. E uma vez que pedi perdão a Deus, é fácil pedir perdão aos filhos ou ao meu marido.

Sempre em frente

Ngozi Okpara, professora, Lagos, Nigéria

1 Janeiro 2009

O meu anseio de sempre era o de viver uma vida recta, em que me sentisse realizada. Contudo, existia um abismo entre a minha vida do dia-a-dia e a minha vida de oração. Agora não vejo diferença entre a oração e as actividades comuns que tenho de desenvolver: sou mais consciente da presença de Deus e já não consigo olhar passivamente o mundo; sinto que tenho de participar activamente no que se passa à minha volta. É um desafio. Vejo o quanto Deus me ama, e como é infinita a misericórdia que tem para comigo. A minha vida tem sentido e move-me o desejo de que outras muitas pessoas experimentem o mesmo.