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Testemunhos

Giovanni Trapattoni, treinador de futebol, Itália

Humildade nas vitórias e serenidade nas derrotas

1 Janeiro 2009

Escrivá ensinou muitos desportistas a compreender que o esforço nos treinos e nas competições, o convívio com os colegas de equipa, a consideração pelos adversários, a humildade nas vitórias e a serenidade nas derrotas, são um caminho concreto para chegar a Deus e prestar um serviço efectivo aos outros.

Não há dogmas em política

Christopher Wolfe, Professor de Ciências Políticas na Marquette University, Estados Unidos

1 Janeiro 2009

Não há dogmas em política, não há um modo único eficaz de defender a vida na vida pública. Josemaria Escrivá ter-nos-ia dito que, como cristãos, temos de compreender a sociedade, temos de estudar os problemas, e depois tomar decisões, mas sem considerar que são as únicas possíveis.

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Falar com Deus pelas ruas de Madrid

Cristina Rubio, advogada, mãe de família, Madrid, Espanha

1 Janeiro 2009

Em cada manhã tenho de prever como me vou organizar e quando vou rezar, porque é da intimidade e da conversa com Deus que tiro forças e entusiasmo para discernir o que tenho pela frente. Vi, feitas realidade, as palavras de São Josemaria: “Um costume eficaz para conseguir presença de Deus: em cada dia, a primeira audiência, com Jesus Cristo”. Às vezes custa-me encontrar o momento próprio para fazer um tempo de oração mental. Então, aproveito o percurso de carro. Pego numa gravação de pontos de meditação de Forja que ajudam a concentrar-me, e consigo falar com Deus enquanto circulo pelas ruas de Madrid.

Mexia-me muito, mas não sabia em que direcção

Silvia Mas, licenciada em Filologia Clássica, Lérida, Espanha

1 Janeiro 2009

Graças à generosidade e optimismo que encontrei nos escritos de Mons. Escrivá a minha vida deu uma volta completa. Tinha pouco mais de 16 anos. Levava um ritmo agitado numa cidade de província: estava sempre a olhar para o relógio para chegar de um lugar para o outro, e a cronometrar os meus passos a fim de que rendessem o máximo. Um dia, uma pergunta não caiu no vazio: que esperava da vida? Não tive resposta: mexia-me muito, mas não sabia em que direcção. (...) As minhas aspirações pareceram-me muito pobres quando ouvi que S. Josemaria dizia que as pessoas que andam pela rua podiam ser santas. (...) Era preciso fazer uma travagem e mudar de rumo. Não podia correr à deriva quando no fundo da alma notava que Deus me estava a dizer que o meu tempo era d’Ele e para Ele. Tinha toda a vida pela frente, e entusiasmou-me a ideia de poder fazer uma oferenda a Deus: colocar por completo nas suas mãos a minha existência. As vinte e quatro horas do dia, o coração a imaginação a inteligência, a capacidade de trabalho e todas as energias – as mesmas com que corria pelas ruas da minha cidade -, ao seu serviço no Opus Dei.

Não podia permanecer passivo

James Burfitt, professor. Sidney, Austrália

1 Janeiro 2009

Nasci numa família católica e, embora tivesse conhecido o Opus Dei quando era novo, nunca me cheguei a interessar demasiado. Já tinha começado a trabalhar quando, graças a um dos meus irmãos, fiz um retiro espiritual. Comecei a frequentar umas aulas de formação cristã e redescobri a possibilidade de manter uma vida de intimidade com Deus. Dei-me conta de que Deus me tinha dado muito e que eu tinha de responder. O meu mestre foi S. Josemaria. Ao ler os seus livros parecia-me que eles eram dirigidos a mim, e fui descobrindo que não podia permanecer passivo. Comecei a desejar amar a Deus apaixonadamente e descobri a minha vocação para o Opus Dei. Actualmente sou, em primeiro lugar, marido e pai de família. Depois, professor.

A tristeza é aliada do inimigo

Vesna Ostoic, dona de casa, Rosh Pinah, Namíbia

1 Janeiro 2009

O meu nome é Vesna Ostoic, sou chilena, casada e tenho três filhas, Camila (9 anos), Bárbara (7) e Trinidad (4). O meu marido chama-se Milton e trabalha numa empresa mineira. Em Janeiro de 2007, por motivo de trabalho, deslocámo-nos de Londres para uma cidade mineira no sul da Namíbia, Rosh Pinah. As cidades mais próximas são Windhoek, capital do país e Cidade do Cabo, na África do Sul, ambas a mais de 900 km de distância do lugar onde vivemos.

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Não podia guardar essa riqueza só para mim

Gianni Cuccuzzella, cabeleireiro. Milão, Itália

1 Janeiro 2009

Quando reparei na grandeza do amor que Deus nos tem, vi que não podia guardar essa riqueza só para mim: tinha de a compartilhar. Descobri a possibilidade de procurar a santidade na vida corrente. Fui-me dando conta de que à medida que aprofundava no que ouvia nos meios de formação, encontrava Nosso Senhor e sua Mãe, a intimidade com Deus Pai, o Amor do Espírito Santo, e a capacidade de ser amigo dos meus filhos e das pessoas que conheço.

Aceitar com alegria a deficiência do meu filho

Ann Jose Varavukala, mãe de um filho com autismo, Nova Deli, Índia

1 Janeiro 2009

Conhecer Josemaria Escrivá ajudou-me a ter uma fé mais clarividente. Assistir aos meios de formação que a Prelatura do Opus Dei proporciona consolou-me muito ao fazer-me entender mais profundamente as graças que recebemos nos sacramentos da Penitência e da Comunhão. Vejo em Maria, nossa Mãe, e na comunhão dos Santos uma ajuda que desconhecia. Tudo isto me levou a aceitar com alegria a deficiência do meu filho que aceitei como um presente de Deus.

O nosso matrimónio irá sempre para a frente

Joyce Waweru, Comerciante. Limuru, Quénia

1 Janeiro 2009

Dos ensinamentos de Josemaría assimilei o amor à alegria, a importância de trabalhar bem e coisas sobre a salvação da minha alma. Tudo isto me tem ajudado a ser mais trabalhadora e a estar unida ao meu marido. Como resultado, penso que o nosso matrimónio irá sempre para a frente, nunca para trás.

Agora trabalho com todo o empenho e gosto do que faço

Uma taxista de Taipé

1 Janeiro 2009

Entre todos os passageiros que transportei ontem, chamou-me a atenção uma que vim a saber ser católica. Quando entrou no meu táxi, viu a imagem de Nossa Senhora que tenho sempre comigo e perguntou-me com curiosidade: “a senhora é católica?”.

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