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Testemunhos

Ser cada dia melhores pais

Vittorio Anniballi, Roma, Itália

1 Janeiro 2009

Quem foi que disse que uma família numerosa é necessariamente um peso ou uma limitação da própria liberdade? Vittorio Anniballi não está de acordo e explica como encontrou a felicidade graças à sua mulher, Maria Rita, e aos sete filhos.

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Não há motivo para tristezas

Pierluigi Bartolomei, director da Escola de Formação Profissional ELIS em 2002, Roma

1 Janeiro 2009

Josemaria era uma pessoa alegre. Para atestar este facto, basta ver os filmes dos seus encontros com pessoas de todo género, durante os quais estava sempre disposto a presentear um sorriso e uma esperança. Mas qual era o segredo do seu constante bom humor? Revela-o Pierluigi Bartolomei, Director da Escola de Formação do Centro Elis de Roma.

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Não é de estranhar que inscrevessem na sua lápide: El Padre

Evgenii Pazukhin, colaborador de programas de rádio, Rússia

1 Janeiro 2009

O Espírito, enviado pelo Pai através do Filho, incutiu em Josemaria Escrivá o profundo sentido da filiação divina que impregnou não só os seus ensinamentos, mas também o seu carácter e as suas obras. A percepção de Deus como um pai carinhoso e compassivo exclui a possibilidade de fazer de Deus um instrumento de ambições e paixões meramente humanas. Dá-lhe uma orientação nova aos ensinamentos da Igreja, longe de ameaças, rumo à promessa radiosa e alegre do Pai do Céu. Daí deriva tanto o ilimitado optimismo de Escrivá como a espiritualidade do Opus Dei. Explica também o sincero encanto do homem, a sua felicidade (apesar do sofrimento profundo), o seu bom humor constante (a santidade verdadeira deve ser alegre), e a insólita naturalidade do seu actuar. Explica o seu repúdio de toda e qualquer hipocrisia e dissimulação. Explica ainda a razão pela qual os leitores das suas obras se sentem invariavelmente atraídos pela felicidade e pela liberdade. O fundador do Opus Dei tinha a audácia de olhar as pessoas com um profundo amor e compaixão, inspirados por Deus, e via-os com os olhos do Pai Divino. Ele fez-se pai de todos os que estão com Cristo na procura da santidade com que ele acendeu a terra. Não é de estranhar que os filhos espirituais do Fundador, por inspiração divina, inscrevessem na sua lápide tumular uma única palavra: El Padre.

Evgenii Pazukhin

“A Vida e a Obra de do Beato Escrivá”, Okeanos, 2000

1 Janeiro 2009

“Em vez da divisão habitual entre tendências religiosas, nacionais e culturais, Escrivá proclama a unidade e a compreensão mútua, não apenas sobre a base do Credo, mas sobre a base da disposição natural do homem para a bondade, para a dignidade humana e para a transfiguração do mundo do trabalho”.

Evgenii Pazukhin

“Materialismo cristão do Beato Escrivá”, “Istina i Zhin”, Março de 1997, Moscovo

1 Janeiro 2009

“O espírito da Obra não é coisa nova, mas algo de profundamente arraigado nos ensinamentos do Evangelho. O que é novidade é o facto de se ter difundido por todo um mundo que cresceu alheado desta mensagem, um mundo que há muito perdeu a ligação à Nova visão do mundo do Novo Testamento. Era necessário não apenas dar atenção outra vez ao apelo do Evangelho, mas também eliminar todas as capas que, com o tempo, o obscureceu quase completamente durante séculos. Por isso, quando o Padre Escrivá falou do caminho para a santidade que Deus lhe revelara, as suas palavras provocavam, muitas vezes, reacções polémicas: Tens obrigação de te santificar. - Tu, também. - Quem pensa que é tarefa exclusiva de sacerdotes e religiosos? A todos, sem excepção, disse o Senhor: "Sede perfeitos, como meu Pai Celestial é perfeito". (Caminho, 291). O pensamento da Igreja contemporânea, com uma orientação muito clericalizada, opõe-se claramente a esse conceito de ‘secularização’ da santidade, vendo nele a perda da espiritualidade cristã (…). O Beato Josemaria Escrivá não só repudiou o ‘cristianismo espiritualizado’ que tinha chegado a deformar a consciência da Igreja, mas foi ainda mais longe: deu ênfase ao mundo material e defendeu um materialismo cristão”.

O “Caminho” para os corações e as mentes de milhões de pessoas

Evgenii Pazukhin, colaborador de programas de rádio, Rádio liberdade e Deutsche Welle, Rússia

1 Janeiro 2009

“Caminho é fruto da graça de Deus à qual o autor correspondeu com todo o seu coração e com toda a sua mente. E o livro é a consequência natural de encontros pastorais com muita gente, que ele promoveu. Daí surge o tom animado, a sua linguagem cuidada e os pequenos e inspirados fragmentos que constituem um mosaico muito bem concatenado. Não nos surpreende que “Caminho” alcançasse rapidamente uma enorme popularidade que se estende a todos confins da terra. O livro demonstrou realmente ser o caminho para os corações e as mentes de milhões de pessoas”.

É preciso unir, é preciso compreender, é preciso desculpar

Yuri A. Simonov, director do Instituto de Física Teórica e Experimental, Moscovo, Rússia

1 Janeiro 2009

Josemaria Escrivá lança o apelo a que sejamos santos e exemplares. Em contraponto com algumas tendências do cristianismo, especialmente fortes na Idade Média, Josemaria Escrivá, que sobreviveu a uma guerra civil e viu com os seus próprios olhos pessoas a morrerem, sempre pediu a paz. Ele dizia: É preciso unir, é preciso compreender, é preciso desculpar. Não levantes nunca uma cruz apenas para recordar que uns mataram outros. Seria o estandarte do diabo. A Cruz de Cristo é manter-se em silêncio, perdoar e rezar por ambas as partes, de modo a que todos possam conseguir a paz. Todos devemos lutar pela paz. Por isso a urgência de acolher as pessoas sob a protecção da Cruz. Penso que isto é muito importante, sobretudo no nosso tempo, especialmente no nosso país.

Ser cristão em todos os momentos

Padre Alexandr Men, Rússia Primavera de 1980

1 Janeiro 2009

Escrivá diz que ser cristão não significa viver como um fariseu, um pequeno burguês ou como um pagão, e nos Domingos ir a um determinado lugar a uma hora fixa para experimentar uma elevação espiritual. Um cristão é um cristão em qualquer momento, todos os dias, nas circunstâncias mais comuns, fazendo as coisas mais comuns.

Lutando pelos Direitos humanos na Nigéria

Anayo J. Offiah, Advogada, Enugu, Nigéria

1 Janeiro 2009

”Os filhos de Deus, cidadãos da mesma categoria que os outros, temos de participar "sem medo" em todas as actividades e organizações honestas dos homens, para que Cristo ali esteja presente.

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Apercebi-me que podia ser bom cristão, apoiante do Peñarol e político do partido “Colorado”

Jorge Barrera, advogado e político, Uruguai

1 Janeiro 2009

Tenho que reconhecer que por formação familiar sempre fui muito idealista. Vivi, nasci e cresci com a política e portanto a discussão de ideias era um tema central. Sempre me considerei um idealista e portanto defendo a convicção que me foi inculcada pelos meus pais de que a vida tem sentido se a vivermos por um ideal.

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