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Testemunhos

Para nos proteger dos perigos
Hayat Hassan Ali, etíope residente no Quebeque, Canadá
31 Maio 2009
Nasci na Etiópia e agora vivo no Quebeque desde 1985. Sou a mais nova de uma família numerosa de 18 filhos.Quando os meus irmãos e eu nos vimos na contingência de abandonar a Etiópia por causa da guerra, a minha avó coseu uma estampa de Mons. Escrivá no avesso dos nossos fatos para nos proteger dos perigos. No caminho até à fronteira tínhamos a certeza de estarmos bem acompanhados pelo nosso amigo. Durante a longa caminhada que tivemos de empreender para fugir, suportámos muita sede sem poder beber água potável. Apenas encontrávamos charcos de água suja. O guia da expedição, que conhecia a nossa devoção ao “santo”, animou-nos a rezar-lhe de joelhos. Um pouco mais adiante, ao chegar à encruzilhada de um caminho, apareceu-nos um homem vestido de branco fazendo um gesto de longe a indicar-nos: «por aqui, por aqui!». Decidimos segui-lo e deparámos com uma fonte de água clara onde pudemos saciar a sede. Não voltámos a ver o «anjo da guarda» que nos guiou até ali.
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Uma liberdade completa
Savita Borges, professora de hindi. Nova Deli, Índia
22 Maio 2009
Quando vivia no Irão tive notícia do Opus Dei através da minha filha Shailani. A leitura dos livros de Josemaria Escrivá, abriu horizontes completamente novos na minha vida; aprendi que Deus não era um ser distante, mas que podia ter com Ele uma relação constante como com um Pai. Comecei a experimentar uma liberdade completa. Coopero principalmente com a oração, para que muitas outras pessoas cheguem a essa mesma descoberta. Também falo de Deus com os meus amigos e conhecidos, e com as pessoas que encontro no comboio ou em qualquer outro lugar, se noto, da parte delas, algum interesse pela fé. Muitas dessas pessoas são de religião hindu. Como me converti dessa religião, entendemo-nos bem.


Chamo-me Barchin e sou muçulmana
Barchin, economista, Kirguizistão
19 Abril 2009
Chamo-me Barchin e sou a filha mais velha de uma família numerosa de religião muçulmana do Kirguizistão. Estudei Economia na capital, Bishkek. Por questões de trabalho fomos para Espanha. Em Abril de 1999, a minha família e outras duas fomos a um escritório de advogados porque precisávamos de ajuda para legalizar a situação no nosso novo país. No Verão de 2000, as diligências que efectuámos tiveram solução positiva.[continuar a ler...]


Começámos a chamar-lhe Padre
Lola Pardo Conde, Espanha
17 Abril 2009
Recordo que conheci o Padre – assim chamamos a S. Josemaria -, depois de a guerra civil espanhola ter terminado.Vinha a Valhadolid com outros rapazes da Obra, onde foi conhecendo alunos da universidade, entre eles, o meu irmão Adolfo. De princípio, estava com eles no hotel onde ficava alojado: “Hotel España”, Hotel “Castilla”, etc. Como o trabalho apostólico crescia, procuraram um andar a que deram o nome de “El Rincón”, e no dia 2 de Maio de 1943 o Padre abençoou-o e levou uma imagem de Nossa Senhora que ficou colocada por cima do fogão da sala de estar. Aí o Padre reunia-se com os estudantes, ia-os formando no espírito do Opus Dei, e também lhes dava meditações.
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O cristão nos meios de comunicação social
Rev. P. José Maria La Porte, jornalista, Doutor em Teologia e em Comunicação, professor de Comunicação institucional na Universidade Pontifícia da Santa Cruz, Roma
17 Abril 2009
Uma tese de doutoramento intitulada “O cristão nos meios de comunicação segundo São Josemaria. Contexto histórico e desenvolvimento espiritual e pastoral”. O autor é o Professor José Maria La Porte, sacerdote e jornalista. Doutor em Teologia e em Comunicação, professor de Fundamentos de Comunicação Institucional e de Media Training na Universidade Pontifícia da Santa Cruz, de Roma[continuar a ler...]



Também para sacerdotes diocesanos
Enrique Pèlach, bispo emérito de Abancay, Peru. A propósito de certas perseguições…
30 Março 2009
Tive a primeira informação do Opus Dei - e muito boa - em 1941, a propósito de uma de tantas perseguições que S. Josemaria Escrivá e a sua Obra sofreram, nessa altura em Barcelona.[continuar a ler...]



Criança. Doente. O eco de um ponto de "Caminho"
Rosa Vallès
17 Março 2009
«Criança. - Doente. - Ao escrever estas palavras, não sentis a tentação de as pôr com maiúscula? É que, para uma alma enamorada, as crianças e os doentes são Ele». S. Josemaria anotou estas palavras há setenta e cinco anos - no dia 11 de Março de 1932 – e ficaram registadas no ponto 419 de Caminho. Quando S. Josemaria escreve este ponto tem por detrás a experiência espiritual do seu trabalho como capelão do Patronato dos Doentes que implicava uma convivência contínua com crianças, pobres e doentes. Como explica Pedro Rodríguez na edição crítico-histórica de Caminho “é patente que o pano de fundo deste ponto é o próprio Evangelho: a predilecção de Jesus pelas crianças e pelos doentes”.[continuar a ler...]



Nunca tinha assistido a nada de parecido em toda a minha vida
Julius Ogallo, Engenheiro mecânico, Nairobi, Quénia
22 Fevereiro 2009
Um amigo meu convidou-me a ir uma recolecção de manhã. Nunca tinha assistido a nada de parecido em toda a minha vida... Comecei a ler o Evangelho e a fazer oração com Caminho. Era um mundo totalmente diferente. Uma das ideias que me impressionaram foi o conselho de os leigos lerem o Novo Testamento. (...) Agora vejo que a razão que dá S. Josemaria tem muita razão de ser: trata-se de ter uma imagem clara de Nosso Senhor, e podermos imaginar o que faria nas diversas circunstâncias da nossa vida. Na carta apostólica Novo millenio ineunte lê-se: “Os caminhos da santidade são pessoais e exigem uma pedagogia da santidade verdadeira e própria, que seja capaz de se adaptar aos ritmos de cada pessoa”. É precisamente isso que encontrei nos meios de formação que o Opus Dei proporciona.


Escolher a pessoa certa
John Perrottet, empresário, Sidney, Austrália
13 Fevereiro 2009
Um simples facto em que muita gente não pensa é que uma das chaves do êxito no casamento, é escolher a pessoa certa. Os ensinamentos de Josemaria Escrivá levaram-me a tomar esta responsabilidade muito a sério. Vivi em Warrane College quando era estudante universitário e pude relacionar-me com um bom grupo de pessoas. Alegra-me muito dizer que, graças à ajuda de São José, encontrei uma mulher encantadora, Anne. Temos agora doze filhos, com idades compreendidas entre os 3 e os 21 anos. Eles são o meu maior tesouro na terra e nunca pensei que seria possível, se não fosse São Josemaría. É o resultado dos seus ensinamentos sobre a “vocação matrimonial” e a generosidade para com Nosso Senhor na transmissão da vida.


Entregar a vida é uma coisa admirável
P.e Armando Lasanta, pároco de Alberite, La Rioja, Espanha
13 Fevereiro 2009
Graças aos meios de formação que recebo, fui ganhando um amor cada vez maior à Igreja, ao Papa e ao magistério. Comove-me ver a grande fidelidade do Papa a Jesus Cristo. Fez-me um imenso bem o exemplo do fundador do Opus Dei que dizia sempre: em primeiro lugar, as normas de piedade, a relação com o Senhor através da oração, a celebração da Santa Missa, cuidar dos pequenos pormenores no relacionamento com as pessoas, a assistência aos enfermos... Aprendi com ele a importância de estar sempre alegre, de transmitir optimismo, de ser positivo no meio das contrariedades da vida. “Tudo é para bem”, dizia, e ele próprio era um mestre de bom humor.[continuar a ler...]


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