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Testemunhos

O meu caminho até chegar à Fé

Saida Wangeci, Quénia

21 Maio 2013

Como os planos de Deus não são os dos homens, gostaria de contar a minha caminhada até chegar à Fé católica. O meu pai era muçulmano e a minha mãe católica. Casaram-se na Igreja Católica mas o meu pai continuou a praticar a sua religião e assim combinou com a minha mãe, que continuou católica. Na família somos quatro irmãos e eu sou a mais nova. Os três primeiros batizaram-se na Igreja Católica quando eram muito pequenos, e receberam os outros sacramentos. O meu pai estava de acordo, mas quando eu nasci, pensou que era melhor que eu esperasse até ser adulta para decidir se queria ser católica ou muçulmana. A minha mãe não gostou, mas o meu pai permaneceu muito firme na sua decisão. De todas as maneiras o meu pai deixava que eu fosse com a minha mãe à igreja, dizendo-me que não receberia doutrina até que escolhesse a minha religião.

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Traduzir livros de fogo

Hijung Shin, Coreia

11 Maio 2013

Quando frequentava a Universidade, nos Estados Unidos, uma amiga deu-me um exemplar de Caminho. Era o primeiro livro de S. Josemaria que lia. Impressionou-me profundamente e queria ler mais. Aprendi muitas coisas nos escritos de S. Josemaria: como falar com Deus, como cuidar das coisas pequenas e amar a Igreja. Mas, sobretudo, posso dizer que as suas palavras me fizeram muito feliz. Queria partilhar esta alegria com muita gente, em especial coma minha família e com os amigos do meu país de origem, a Coreia.

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Devido às páginas de um livro

Lassi Viljakainen, Finlândia

11 Abril 2013

"Se alguém me quiser seguir, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, e siga-me. Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas aquele que tiver sacrificado a sua vida por minha causa, achá-la-á. Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?" (Mt 16, 24-26)

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Procurava a beleza e encontrei Deus

Josefina Calvente, arquiteta, Argentina

10 Março 2013

Tinha 25 anos quando fiz as malas e parti para Valência. A desculpa era fazer um mestrado em Arquitetura. Digo “desculpa” porque na realidade o meu objetivo era partir, não importava para onde. Não era feliz e precisava de mudar. Nunca imaginei que a mudança seria tão grande.

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Encontrar Deus sendo mãe, esposa, médica

Por ocasião do dia 14 de fevereiro, Joanna Pestalozzi conta o seu encontro com o Opus Dei. Sou a mais velha de seis irmãos, crescemos na ilha de Gotland (Suécia), onde a única paróquia católica tem apenas 200 fiéis.

16 Fevereiro 2013

Sou a mais velha de seis irmãos, crescemos na ilha de Gotland (Suécia), onde a única paróquia católica tem apenas 200 fiéis. Os meus pais sempre procuraram garantir uma formação católica a todos nós e empenharam-se para conhecermos outros amigos católicos: uma tarefa nada fácil se tivermos em conta que, na Suécia, só 1% da população é católica.

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A Mensagem de S. Josemaria é extraordinariamente prática

Sofia Eggler, dona de casa e Consultora, Mãe de 2 crianças, Niedernhausen (Rheinland-Pfalz)

9 Fevereiro 2013

Vivo na Alemanha, embora seja mexicana e suíça. Conheci o Opus Dei no México, através da minha família – simpatizantes ou membros da Obra. Além disso, frequentei uma escola, que é uma obra corporativa. Para conhecer pessoalmente S. Josemaria teria tido que nascer mais cedo...

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Tinha algo reservado para mim

María Jara, Costa Rica

3 Fevereiro 2013

Apesar de ter sido criada no seio de uma família católica, a rebeldia aliada à imaturidade e à ignorância afastaram-me da Igreja. Durante uns quinze anos, Deus não representou nada na minha vida, embora saiba que Ele nunca deixou de me amar e proteger. Dediquei-me ao meu trabalho como jornalista, a ganhar dinheiro, ir a festas…, e encerrei-me numa vida mundana e frívola.

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Sair da neblina

Fausta escreve da Suiça. Casada, mãe de nove filhos, descreve a sua luta, durante a juventude, para descobrir a autêntica liberdade no meio do confusionismo ideológico que a rodeava.

23 Janeiro 2013

Nunca teria pensado que a minha vida iria encontrar a direção certa, que já há tempo procurava, quando treinava voleibol numa tarde de 1968. Naquela tarde, Maria, uma universitária siciliana que vivia na Residência Viscontea, em Milão, veio jogar com a nossa equipa.

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O meu primeiro encontro com S. Josemaria

O Pe. Fernando Rancan é o primeiro sacerdote diocesano do Opus Dei em Itália. Nesta entrevista relata como foi o seu primeiro encontro com S. Josemaria em Roma em 1959. "Durante a longa hora em que estive com o Padre perdi a noção do tempo. Tinha mergulhado num cúmulo de maravilhas que, sendo deste mundo, falavam uma linguagem que pertencia a outra dimensão, ao mundo de Deus."

17 Janeiro 2013

Por ocasião da visita do Prelado do Opus Dei a Verona no passado mês de Dezembro, publicamos uma entrevista realizada ao Pe. Fernando Rancan, sacerdote da diocese de Verona, que conheceu o Opus Dei em Roma em 1954.

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Autoestrada para o Céu

Maria Hermínia, Polónia

7 Janeiro 2013

O semanário católico polaco Niedziela (Katarzyna Zdrzenicka) entrevistou a portuguesa Maria Hermínia Rocha, que vive em Varsóvia desde os inícios do trabalho apostólico estável do Opus Dei nesse país. Ocasião para partilhar algumas das suas recordações que guarda das vezes em que esteve com S. Josemaria em Roma e em Portugal.

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