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Testemunhos

Voltei a converter-me aos 32 anos

Marco, originário de Toscana, Itália, trabalha em Milão no departamento de Recursos Humanos de uma grande empresa.

5 Janeiro 2013

Chamo-me Marco e conheci a mensagem de S. Josemaria acerca da vida cristã há pouco mais de um ano. Tinha-me afastado da Igreja há mais de quinze anos; rezava todos os dias mas sem saber o que dizia, nem a quem o dizia. Via à minha volta algo de Deus – num dia de sol, num sorriso, numa obra de arte, mas faltavam-me as ferramentas para começar a compreender.

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Frases que nos ajudam a ser melhores

María Denisse Fanianos de Capriles

12 Dezembro 2012

Se há frase que marcou o rumo do nosso casamento nestes 20 anos de feliz união foi esta de S. Josemaria: “Sonhai e ficareis aquém”. E de facto, retrocedendo uns 30 anos, recordo quando no meu primeiro dia de aulas na Escola de Jornalismo escrevi um texto sobre: Por que queria seguir este curso? A minha grande paixão, e também preocupação, era a educação em valores na Venezuela. Sabia que o meu país necessitava de uma urgente educação em valores humanos e familiares. Nesse momento não falava de valores cristãos nem católicos porque não sabia o que significava Cristo e a Igreja Católica.

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São Josemaria salvou minha vida!

Mariana León Mármol é venezuelana e vive no Brasil, em Porto Alegre. Estudando latim, entre documentos e traduções, 'achou' o estatuto do Opus Dei. Ficou com o desejo de entender melhor a ascética cristã.

4 Dezembro 2012

Mariana León Mármol é venezuelana e vive no Brasil, em Porto Alegre

Eu estudava latim e, entre os documentos e as traduções, achei o estatuto do Opus Dei. Durante e depois da leitura, fiquei com a preocupação de entender melhor a ascética cristã, a vida completamente dedicada a amar a Deus e ao próximo.

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A fé ajuda a dar o melhor de si

Casada, mãe de 4 filhos, engenheira química e atual Secretária Regional do Ministério do Ambiente no Chile, converteu-se ao catolicismo ao procurar o sentido da doença de uma das filhas. Esta cooperadora do Opus Dei explica que a fé ajuda a dar o melhor de si no dia-a-dia.

30 Novembro 2012

A doença de uma filha

No ano de 1999 nasceu a minha filha mais velha, Trini, que com poucos meses de vida apresentou uma epilepsia complexa que lhe causou graves danos neurológicos e me fez estar um ano encerrada em casa, porque não podia deixá-la nem um momento sozinha. Nessas circunstâncias difíceis e dolorosas para nós como família, um dos momentos de alívio era participar todas as segundas-feiras num grupo, que tinha uma minhas cunhadas, onde se lia e comentava o Evangelho. Era o que dava sentido à minha semana e me oxigenava para as dificuldades e preocupações diárias. A assistência constante a esses encontros ajudou-nos como casal, já que com a doença da nossa filha necessitávamos de apoio e de permanecer unidos para que a nossa estabilidade matrimonial e familiar não fosse afetada.

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Já não tenho medo

Raquel Taveira-Marques, Portugal

2 Novembro 2012

Entrevista com Raquel Taveira-Marques

“Quando vim de Portugal para o University College de Londres, para fazer investigação em vista ao meu doutoramento em Neurobiologia e Neurociência, rapidamente me apaixonei por Londres e também – algo que nunca teria imaginado – pela Fé Católica.” Raquel Taveira-Marques viveu em Ashwell House, residência de estudantes do Opus Dei, e ficou muito impressionada com outra residente, Cármen, que estava a receber aulas de catecismo, e foi batizada na Capela da Residência.

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A partir do momento em que descobri o dom da Fé, não quero viver de outra maneira

Casada e mãe de três filhos, perdi a minha mãe pouco depois de nascer. A minha infância, contudo, decorreu em paz graças ao apoio especial de uma tia. O período da adolescência e outras ausências provocaram em mim uma grave crise pessoal de onde consegui sair graças ao meu reencontro com Deus.

15 Outubro 2012

Com menos de dois anos
Perdi a minha mãe quando tinha menos de dois anos, mas acredito que tive uma infância feliz. Para reorganizar o núcleo familiar mudámo-nos para uma propriedade da família para onde foi viver também a minha tia paterna e a sua família.

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Por causa de um livro que li na cadeia

J. A.

17 Setembro 2012

Tinha 29 anos e estava preso há dois anos por causa de um delito. Nessa altura eu via Deus muito longe da minha vida. Via-O no céu e a mim na terra. A única coisa que tinha claro é que Ele existia.

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Por causa de um folheto

Eloisa Canedo Sánchez, Ecatepec (Estado do México)

25 Junho 2012

Foi algo verdadeiramente excepcional. Há alguns anos, em 2001, distribuíram uns folhetos frente à empresa onde o meu irmão trabalhava, ele não prestou atenção, mas levou um para casa. Perguntei-lhe o que era e ele respondeu: se quiseres, dou-to.

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Um sacerdote “anti-crise”

Antonio Cobo, sacerdote diocesano de Almería.

Almería, 25 Junho 2012

A 26 de junho celebra-se o dia de S. Josemaria Escrivá, um sacerdote anti-crise. Quando explico às crianças e aos adultos quem são os santos que estão nas paredes da minha igreja paroquial, vou realçando o que é mais chamativo na vida de cada um deles: do Beato Diogo Ventaja (mártir) digo que morreu perdoando a quem o fuzilava, da Beata Teresa de Cacutá falo do seu serviço cheio de carinho aos leprosos e doentes de sida, do Beato João Paulo II, que amou tanto todas as pessoas que até foi visitar à prisão para lhe dar um abraço aquele que lhe dera três tiros. E, quando chego ao quadro de S. Josemaria Escrivá, penso em algo espetacular, e o que me vem à ideia sempre é que viveu todos os momentos da sua vida de padre com a novidade de alguém que está apaixonado por Deus e por toda a gente, e que queria converter em algo de santo, para Deus, tudo o que fazia por pequeno que fosse.

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Porteiro num prédio em Buenos Aires

P. M. C., Buenos Aires

30 Maio 2012

O caso que vou contar teve início já há seis anos. Nessa altura, eu trabalhava a 300m da minha casa e passava todos os dias, a pé, pelos mesmos prédios, e dizia “bom dia” ou “boa tarde” a cada um dos porteiros que estavam à porta a fazer o seu trabalho. Um deles não me respondia. Apetecia-me deixar de lhe falar, mas pensei que S. Josemaria, no meu lugar continuaria a cumprimentá-lo até ele se resolver a responder. Resolvi “deixar-lhe” a minha saudação juntamente com uma oração, cada vez que passasse pelo seu prédio.

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