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Testemunhos

Não há motivo para tristezas
Pierluigi Bartolomei, director da Escola de Formação Profissional ELIS em 2002, Roma
1 Janeiro 2009
Josemaria era uma pessoa alegre. Para atestar este facto, basta ver os filmes dos seus encontros com pessoas de todo género, durante os quais estava sempre disposto a presentear um sorriso e uma esperança. Mas qual era o segredo do seu constante bom humor? Revela-o Pierluigi Bartolomei, Director da Escola de Formação do Centro Elis de Roma.[continuar a ler...]



Apercebi-me que podia ser bom cristão, apoiante do Peñarol e político do partido “Colorado”
Jorge Barrera, advogado e político, Uruguai
1 Janeiro 2009
Tenho que reconhecer que por formação familiar sempre fui muito idealista. Vivi, nasci e cresci com a política e portanto a discussão de ideias era um tema central. Sempre me considerei um idealista e portanto defendo a convicção que me foi inculcada pelos meus pais de que a vida tem sentido se a vivermos por um ideal.[continuar a ler...]



Lutando pelos Direitos humanos na Nigéria
Anayo J. Offiah, Advogada, Enugu, Nigéria
1 Janeiro 2009
”Os filhos de Deus, cidadãos da mesma categoria que os outros, temos de participar "sem medo" em todas as actividades e organizações honestas dos homens, para que Cristo ali esteja presente.[continuar a ler...]



Chegar ao céu a pintar!
Paola Grossi Gondi, pintora, Itália
1 Janeiro 2009
As obras de um artista – explica Paola – são o espelho dos seus pensamentos e das suas experiências pessoais. O artista interpela a realidade que o circunda, em busca da verdade e de respostas. Pessoalmente, na minha pintura, quis reflectir sobre aquilo que sempre me tocou: os pormenores. As minhas pinturas são enquadramentos precisos e bem delimitados de um pequeno espaço. Muitas vezes são espaços do quotidiano, vistos em situações de grande normalidade, por exemplo caminhando pela rua ou observando o interior de um quarto.[continuar a ler...]



Não é de estranhar que inscrevessem na sua lápide: El Padre
Evgenii Pazukhin, colaborador de programas de rádio, Rússia
1 Janeiro 2009
O Espírito, enviado pelo Pai através do Filho, incutiu em Josemaria Escrivá o profundo sentido da filiação divina que impregnou não só os seus ensinamentos, mas também o seu carácter e as suas obras. A percepção de Deus como um pai carinhoso e compassivo exclui a possibilidade de fazer de Deus um instrumento de ambições e paixões meramente humanas. Dá-lhe uma orientação nova aos ensinamentos da Igreja, longe de ameaças, rumo à promessa radiosa e alegre do Pai do Céu. Daí deriva tanto o ilimitado optimismo de Escrivá como a espiritualidade do Opus Dei. Explica também o sincero encanto do homem, a sua felicidade (apesar do sofrimento profundo), o seu bom humor constante (a santidade verdadeira deve ser alegre), e a insólita naturalidade do seu actuar. Explica o seu repúdio de toda e qualquer hipocrisia e dissimulação. Explica ainda a razão pela qual os leitores das suas obras se sentem invariavelmente atraídos pela felicidade e pela liberdade. O fundador do Opus Dei tinha a audácia de olhar as pessoas com um profundo amor e compaixão, inspirados por Deus, e via-os com os olhos do Pai Divino. Ele fez-se pai de todos os que estão com Cristo na procura da santidade com que ele acendeu a terra. Não é de estranhar que os filhos espirituais do Fundador, por inspiração divina, inscrevessem na sua lápide tumular uma única palavra: El Padre.


A tristeza é aliada do inimigo
Vesna Ostoic, dona de casa, Rosh Pinah, Namíbia
1 Janeiro 2009
O meu nome é Vesna Ostoic, sou chilena, casada e tenho três filhas, Camila (9 anos), Bárbara (7) e Trinidad (4). O meu marido chama-se Milton e trabalha numa empresa mineira. Em Janeiro de 2007, por motivo de trabalho, deslocámo-nos de Londres para uma cidade mineira no sul da Namíbia, Rosh Pinah. As cidades mais próximas são Windhoek, capital do país e Cidade do Cabo, na África do Sul, ambas a mais de 900 km de distância do lugar onde vivemos.[continuar a ler...]



Evgenii Pazukhin
“A Vida e a Obra de do Beato Escrivá”, Okeanos, 2000
1 Janeiro 2009
“Em vez da divisão habitual entre tendências religiosas, nacionais e culturais, Escrivá proclama a unidade e a compreensão mútua, não apenas sobre a base do Credo, mas sobre a base da disposição natural do homem para a bondade, para a dignidade humana e para a transfiguração do mundo do trabalho”.


A sua voz chegava à alma
Inés Dorronsoro, médica, Pamplona, Espanha
1 Janeiro 2009
O meu primeiro encontro com o Fundador do Opus Dei foi no ano de 1960. Eu estava a começar o segundo ano de Medicina. Mais que a sua pessoa, recordo, numa homilia da catedral de Pamplona, a sua voz cálida e vigorosa, que chegava à alma e levava a propósitos de compromisso cristão.


Evgenii Pazukhin
“Materialismo cristão do Beato Escrivá”, “Istina i Zhin”, Março de 1997, Moscovo
1 Janeiro 2009
“O espírito da Obra não é coisa nova, mas algo de profundamente arraigado nos ensinamentos do Evangelho. O que é novidade é o facto de se ter difundido por todo um mundo que cresceu alheado desta mensagem, um mundo que há muito perdeu a ligação à Nova visão do mundo do Novo Testamento. Era necessário não apenas dar atenção outra vez ao apelo do Evangelho, mas também eliminar todas as capas que, com o tempo, o obscureceu quase completamente durante séculos. Por isso, quando o Padre Escrivá falou do caminho para a santidade que Deus lhe revelara, as suas palavras provocavam, muitas vezes, reacções polémicas: Tens obrigação de te santificar. - Tu, também. - Quem pensa que é tarefa exclusiva de sacerdotes e religiosos? A todos, sem excepção, disse o Senhor: "Sede perfeitos, como meu Pai Celestial é perfeito". (Caminho, 291). O pensamento da Igreja contemporânea, com uma orientação muito clericalizada, opõe-se claramente a esse conceito de ‘secularização’ da santidade, vendo nele a perda da espiritualidade cristã (…). O Beato Josemaria Escrivá não só repudiou o ‘cristianismo espiritualizado’ que tinha chegado a deformar a consciência da Igreja, mas foi ainda mais longe: deu ênfase ao mundo material e defendeu um materialismo cristão”.


Agora trabalho com todo o empenho e gosto do que faço
Uma taxista de Taipé
1 Janeiro 2009
Entre todos os passageiros que transportei ontem, chamou-me a atenção uma que vim a saber ser católica. Quando entrou no meu táxi, viu a imagem de Nossa Senhora que tenho sempre comigo e perguntou-me com curiosidade: “a senhora é católica?”.[continuar a ler...]


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